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COMUNICADO Nº 112
CÂMARA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO HOMENAGEIA CORONEL DO ARAGUAIA
Prezado (a) Senhor (a),
Informo que, por iniciativa de meu filho, o Vereador CARLOS BOLSONARO, a Câmara Municipal do Rio de Janeiro, conforme publicado em seu Diário de nº 234, de 22 de dezembro de 2004, concedeu a Medalha Mérito Pedro Ernesto ao Coronel da Reserva do Exército LÍCIO AUGUSTO RIBEIRO MACIEL, que combateu na Guerrilha do Araguaia, movimento revolucionário existente entre 1972 e 1975 e que foi exterminado pelo Exército Brasileiro.
O Cel LÍCIO, naquela ocasião, foi, também, o autor da prisão do guerrilheiro JOSÉ GENOÍNO.
Segue, abaixo, o inteiro teor do Requerimento.
Cordialmente,
JAIR BOLSONARO – Cap R1 Deputado Federal
“REQUERIMENTO Nº 2.971/2004
REQUEIRO à Mesa Diretora, obedecidas as formalidades, que seja concedido o conjunto de Medalhas de Mérito Pedro Ernesto ao Coronel da Reserva do Exército LÍCIO AUGUSTO RIBEIRO MACIEL.
Plenário Teotônio Villela, 21 de dezembro de 2004.
Vereador Carlos Bolsonaro
JUSTIFICATIVA
Pára-quedista do Exército, Coronel da Artilharia - LÍCIO AUGUSTO RIBEIRO MACIEL - também formado pelo Instituto Militar de Engenharia, deixa nas páginas da História do Brasil, feitos que só aqueles que com desprendimento, coragem e patriotismo poderiam ter a honra de fazê-lo.
Na década de 1970, na Guerrilha do Araguaia, o então Major LÍCIO foi ferido com um tiro na boca pela guerrilheira Sônia. O guerreiro ficou fora de combate por apenas três meses voltando, então, ao teatro de operações onde contribuiu de forma decisiva para aniquilar o foco de guerrilheiros que desejava, a exemplo da China, em 1949 e Cuba, em 1959, tomar o poder e instalar uma ditadura socialista em nosso País.
Com a neutralização destes marginais, seqüestradores, assaltantes e terroristas evitou-se a implantação de um regime semelhante ao de Cuba, onde foram torturados e assassinados mais de 70.000 presos políticos (prática existente até os dias atuais), além de impedir, pelo trabalho bem feito, que tivéssemos no coração do Brasil uma organização pára-militar como as FARC, a exemplo da Colômbia.
A guerrilha no Brasil não prosperou. Perderam a vida 16 bravos militares brasileiros e outros 10 camponeses assassinados pelos guerrilheiros, dentre eles João Pereira, com apenas 17 anos, mutilado a golpes de facão pela “turma” do José Genoíno.
Os assassinatos de civis, conhecidos como justiçamentos, eram praticados pela esquerda simplesmente por desconfiar da lealdade para com o movimento guerrilheiro. O fracasso maior da guerrilha ocorreu pela falta de apoio do povo brasileiro que, por ser pacifista e ordeiro, não aderiu à covarde luta terrorista e fratricida que o bando de Osvaldão queria impor no coração do Brasil.
Ao nosso Coronel LÍCIO o reconhecimento deste Vereador e desta Casa de Leis que sempre estará ao lado da verdade e do Brasil.”
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