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COMUNICADO Nº 8

Prezado Companheiro,

        Na quarta-feira passada (25/Abr), na sala do presidente da Comissão, quando discutíamos o nosso requerimento de criação de subcomissão externa para ir a quartéis e colher impressões de militares sobre a nova LRM, ocorreu um fato inusitado.

        A mando de FHC, seu líder o deputado Arnaldo Madeira (PSDB/SP) havia procurado o presidente da Comissão e transmitido o seguinte recado: "os generais não aceitam a criação desta subcomissão".

        Bem, mas como isto aconteceu? Em nome dos generais? Será que eles foram consultados e estão satisfeitos com esta LRM?

        O que na verdade fez com que o deputado Arnaldo Madeira assim procedesse foi o Cmt do EB ter solicitado apoio ao Presidente FHC para nos derrotar neste requerimento de criação da subcomissão. FHC atendendo ao pedido do Cmt do EB, que de certa forma prejudicava os militares, não titubeou. Aceitou, com prazer, a solicitação determinando que seu líder, na Câmara, resolvesse o assunto.

        O nosso objetivo, desde o começo, era propiciar ao general Gleuber, motivo para ter acesso ao Presidente. Só que faltou um complemento que seria realmente do interesse da Força. Eu esperava sim, que ele fosse a FHC e dissesse: "os generais não aceitam a criação desta subcomissão bem como não concordam com alguns ítens da MP da LRM".

        O general Gleuber, de inteligência indiscutível, não quis entender o nosso recado, que afinal fiz chegar ao seu conhecimento quando apresentei tal requerimento.

        Mas não vamos parar. O mesmo requerimento será agora encaminhado para que possamos criar uma comissão externa, que deverá passar pelo plenário. Caminho mais difícil, pois os líderes são os que encaminham, não há discussão e a votação é simbólica. Reconheço que é apenas uma forma de discreta pressão, tendo em vista a força do governo aliada ao desinteresse absoluto do Cmt do EB em alterar a MP.

        Continuamos nosso trabalho de busca de aliados, cujo número cresceu consideravelmente. O deputado Severino Cavalcanti (PPB/PE) apresentou várias emendas a nosso favor. O mesmo também recebeu dezenas de e-mails, fato que agradeço aos senhores tendo em vista o nosso pedido no COMUNICADO Nº 7.

        O seu interesse, apoio e divulgação do que acontece na Câmara é a munição que dispomos para ganhar esta guerra. Um abraço.

Cap R/1 - JAIR BOLSONARO

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COMUNICADO Nº 9

Brasília-DF, 17 de maio de 2001.

 

Terça-feira, dia 15/Mai, recebi telefonema do Ministro Humberto Souto, Presidente do Tribunal de Contas da União, solicitando meu apoio ao projeto de lei 2208/99 que "dispõe sobre o Quadro de Pessoal e o Plano de Carreira do TCU".

 

Na quarta-feira, o Ministro Humberto visitou vários parlamentares e, à tarde, o quorum na Comissão de Trabalho era mais do que suficiente e totalmente favorável ao mesmo.

 

A Sessão também contou com a presença de aproximadamente 300 funcionários ativos do TCU comandados pelo Ministro. Foi um passeio. O Projeto foi aprovado em tempo recorde. Detalhe: nenhum direito anterior foi retirado dos funcionários.

 

Vale ressaltar que, nos dias que antecederam a votação do projeto, servidores do TCU divididos em grupos, procuraram diversos parlamentares expondo as justificativas de seus pleitos. Só meu gabinete foi visitado em 3 oportunidades. Sabemos da inviabilidade da nossa classe utilizar-se dessa estratégia, mas entendemos que correspondências podem, e devem, ser remetidas a parlamentares.

 

Abaixo a tabela de vencimentos (equivalente aos soldos dos militares) que deverá ser acrescida da Gratificação de Desempenho (até 50%), conforme o cargo e a natureza das atividades desempenhadas pelo servidor, mais a Gratificação de Tempo de Serviço.

 

TABELAS DE VENCIMENTO BÁSICO

 

CARGOS

CLASSE

PADRÃO

VALOR (EM R$)

 

 

 

 

Analista de Controle Externo Área de Controle Externo e Área de Apoio Técnico e Administrativo

 

ESPECIAL

13

5.333,00

12

5.177,67

11

5.026,87

10

4.880,45

B

9

4.477,48

8

4.347,07

7

4.220,45

6

4.097,25

A

5

3.759,20

4

3.649,71

3

3.543,41

2

3.440,20

1

3.340,00

SERIA DE 2º TENENTE A CORONEL

 

 

CARGOS

CLASSE

PADRÃO

VALOR (EM R$)

 

 

 

 

Técnico de Controle Externo Área de Controle Externo e Área de Apoio Técnico e Administrativo

 

ESPECIAL

13

2.666,50

12

2.588,83

11

2.513,43

10

2.440,22

B

9

2.238,74

8

2.173,53

7

2.110,22

6

2.048,76

A

5

1.879,60

4

1.824,85

3

1.771,70

2

1.720,10

1

1.670,00

SERIA DE 3º SARGENTO A SUBTENENTE

CARGOS

CLASSE

PADRÃO

VALOR (EM R$)

 

 

 

 

Auxiliar de Controle Externo Área de Serviços Gerais

 

ESPECIAL

13

1.692,51

12

1.643,21

11

1.595,35

10

1.548,89

B

9

1.421,00

8

1.379,61

7

1.339,41

6

1.300,41

A

5

1.193,04

4

1.158,29

3

1.124,55

2

1.091,80

1

1.060,00

SERIA DE SOLDADO A CABO

 

Os funcionários do TCU, muito justamente, ainda conseguiram o seguinte:

 

"Art. 15 ......................................................................................................

§ 1º São ainda devidas aos servidores integrantes da Carreira de Especialista do Tribunal de Contas da União vantagens pessoais incorporadas nos termos da legislação aplicável, bem como as revisões gerais concedidas aos servidores civis da união."

 

Em resumo, assisti aqui na Câmara (e não foi a 1ª vez) uma atitude digna do chefe de uma instituição, no caso o TCU. O seu presidente, ex-deputado, Humberto Souto, defendendo os legítimos interesses de seus "subordinados", uniu a "tropa" e avançou sobre o Congresso onde, pessoalmente, comandou toda a operação.

 

Fico constrangido em fazer uma comparação entre a atitude do presidente do TCU com o Cmt do EB, no caso da nossa LRM, onde a única atitude do mesmo até agora foi dirigir-se ao Palácio do Planalto e pedir a FHC apoio para derrotar nosso requerimento (comunicado nº 8).

 

Vergonha é ganhar pouco e ser achincalhado por FHC e seu Ministro Quintão. Vergonha maior é aceitar passivamente o que estes, que governam sob o manto da corrupção, nos impõe.

 

Nesta próxima semana, mesmo que solitariamente, iniciaremos um novo trabalho na busca de se corrigir, ainda que parcialmente, as injustiças contidas na MP da LRM.

 

Procurarei pessoalmente, apesar de não ser o chefe dos militares, todos os deputados pedindo-lhes que assinem uma ou mais emendas à MP da LRM. Esperamos com isto conseguirmos, por exemplo, que a emenda que vise a recuperar o posto/graduação acima tenha pelo menos 300 autores.

 

Para tal gostaria de contar com seu apoio (gostaria, pois, caso fosse seu chefe exigiria). Envie e-mail para os deputados e senadores no sentido de que apresentem emendas à MP 2131 por ocasião de sua reedição, prevista para o dia 26 de maio (obs.: emendas à MP só podem ser apresentadas nos 5 dias corridos após sua edição ou reedição).

 

Em nossa página www.camara.gov.br/bolsonaro além da MP na íntegra e as 31 emendas apresentadas, também peço que leia nossos comunicados anteriores que fornecem subsídios para o cumprimento da missão, ou melhor, da solicitação.

 

 

Um abraço,

 

Cap R/1 - JAIR BOLSONARO

Deputado Federal / RJ

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COMUNICADO Nº 10

Brasília-DF, 01 de junho de 2001

 

   Prezado(a) Companheiro(a),

 

        Como noticiado em nosso comunicado anterior, conseguimos o apoio de dezenas de parlamentares que apresentaram emendas à Medida Provisória da Lei de Remuneração dos Militares.

        Na próxima semana divulgaremos o nome destes Deputados, suas emendas e E-mail, onde encareço o seu contato com os mesmos. Qualquer mensagem de apoio dos(as) senhores(as) junto a estes Deputados em muito nos ajudará nesta cruzada.

 

Atenciosamente,

 

Cap R/1 - JAIR  BOLSONARO
Deputado Federal - RJ

1,5% PENSÃO MILITAR
(DESCONTAR OU NÃO?)

A manutenção de diversos benefícios da Lei nº 3.765/60 - Lei de Pensões Militares - vigentes até 29 de dezembro de 2000, depende do pagamento do percentual de 1,5%, além dos 7,5%, para a pensão militar, sobre a totalidade da remuneração ( militares da ativa ) ou dos proventos ( militares da reserva e reformados).

 

Não é somente o direito de percepção de pensão pelas filhas dos militares que é mantido. A relação dos beneficiários, anterior à mudança, é mais benéfica, tanto para a concessão inicial como para a reversão.

 

Também a possibilidade de acumulação é mais benéfica no texto anterior. Pela atual legislação não é possível acumular duas pensões militares, bem como é estabelecido teto na soma das pensões (inciso XI do Art. 37 da CF/88).

 

Para um entendimento prático vamos ao caso do desastre sofrido (Ultraleve - Angra dos Reis - RJ) pelo cantor HERBERT VIANA, do grupo musical Paralamas do Sucesso, que é filho de um Brigadeiro. Caso HERBERT tivesse falecido, sua filha seria órfã de pai e mãe e nessa condição, como neta de militar, poderia ser beneficiada com a pensão militar, de acordo com o texto anterior a 29 de dezembro de 2000, desde que fosse mantido o desconto de 1,5% pelo Brigadeiro.

 

No meu caso particular (Cap R/1 Jair Bolsonaro), tenho quatro filhos e nenhuma filha, mesmo assim continuarei descontando 1,5%, considerando que tenho mãe e irmãs que poderão, de acordo com o texto anterior, serem beneficiadas com a pensão militar, mesmo não sendo minhas dependentes.

 

Para que cada um verifique as vantagens ou não do desconto, para sua situação, transcrevemos os textos antes e depois da Medida Provisória.

Lei nº 3.765/60

MP nº 2.131/00

 

      Art. 29. É permitida a acumulação:

a) de duas pensões militares;

b) de uma pensão militar com proventos de disponibilidade, reforma, vencimentos, aposentadoria ou pensão proveniente de um único cargo civil."

Art. 29. É permitida a acumulação:

I - de uma pensão militar com proventos de disponibilidade, reforma, vencimentos ou aposentadoria;

II - de uma pensão militar com a de outro regime, observado o disposto no Art. 37, inciso XI, da Constituição Federal." (NR)

 

Lei nº 6.880/80 (Estatuto dos Militares)

MP nº 2.131/2000

     Art. 156. Enquanto não entrar em vigor nova Lei de Pensões Militares, considerar-se-ão vigentes os artigos 76 a 78 da Lei nº 5.774 de dezembro de 1971.      Art. 27. A Lei nº 3.765, de 4 de maio de 1960, passa a vigorar com as seguintes alterações:

     Art. 77. A pensão militar defere-se nas prioridades e condições estabelecidas a seguir e de acordo com as demais disposições da Lei de Pensões Militares:

 

  a) à viúva;

b) aos filhos de qualquer condição, exclusive os maiores do sexo masculino que não sejam interditos ou inválidos;

c) aos netos, órfão de pai e mãe, nas condições estipuladas para filhos;

d) à mãe ainda que adotiva, viúva, desquitada ou solteira, como também à casada sem meios de subsistência, que viva na dependência econômica do militar, desde que comprovadamente separada do marido, e ao pai ainda que adotivo, desde que inválido, interdito ou maior de 60 (sessenta) anos;

e) às irmãs, germanas ou consangüíneas, solteiras viúvas ou desquitadas, bem como os irmãos germanos ou consangüíneos menores de 21 (vinte e um) anos mantidos pelo contribuinte ou maiores interditos ou inválidos; e

f) aos beneficiários instituídos que, se do sexo masculino, só poderá ser menor de 21 (vinte e um) amos ou maior de 60 (sessenta) anos, interdito ou inválido e, se do sexo feminino solteira.

 

Art. 78. O militar viúvo, desquitado ou solteiro poderá destinar a pensão militar, se não tiver filhos capazes de receber o benefício, à pessoa que viva sob sua dependência econômica no mínimo há 5 (cinco) anos e desde que haja substituído impedimento legal para o casamento.

 

§ 1º Se o militar tiver filhos, somente poderá destinar à referida beneficiária metade da pensão militar.

§ 2º O militar que for desquitado somente poderá valer-se do disposto neste artigo se não estiver compelido judicialmente a alimentar a ex-esposa.

 

     Art. 7º A pensão militar é deferida em processo de habilitação, tomando-se por base a declaração de beneficiários preenchida em vida pelo contribuinte, na ordem de prioridade e condições a seguir:

 

I - primeira ordem de prioridades:

a) cônjuge:

b) companheiro ou companheira designada ou que comprove união estável como entidade familiar;

a) pessoa desquitada, separada judicialmente, divorciada do instituidor ou a ex-convivente, desde que percebam pensão alimentícia;

b) filhos ou enteados até vinte e um anos de idade ou até vinte e quatro anos de idade, de estudantes universitários, ou se inválido, enquanto durar a invalidez; e

a) menor sobre guarda ou tutela até vinte e um anos de idade ou até vinte e quatro anos de idade, de estudantes universitários, ou se inválido, enquanto durar a invalidez.

II - segunda ordem de prioridade, a mãe e o pai que comprovem dependência econômica do militar;

III - terceira ordem de prioridade:

a) o irmão órfão, até vinte e um anos de idade ou até vinte e quatro anos de idade, de estudantes universitários, ou se inválido, enquanto durar a invalidez, comprovada a dependência econômica do militar.

b) a pessoa designada, até vinte e um anos de idade, ou se inválido, enquanto durar a invalidez, ou maior de sessenta anos de idade, que vivam na dependência econômica de militar.

§ 1º A concessão da pensão aos beneficiários de que tratam o inciso, alíneas "a", "b", "c", "d", exclui desse direito os beneficiários referidos nos incisos II e III.

§ 2º A pensão será concedida integralmente aos beneficiários do inciso I, alíneas "a" e "b", ou distribuída em partes iguais entre os beneficiários daquele inciso. Alíneas "a" e "c" ou "b" e "c", legalmente habilitados, exceto se existirem beneficiários previstos nas suas alíneas "d" e "e".

§ 3º Ocorrendo a exceção do parágrafo anterior, metade do valor caberá aos beneficiários do inciso I, alíneas "a" e "c" ou "b" e "c", sendo a outra metade do valor da pensão rateada, em partes iguais, entre os beneficiários do inciso I, alíneas "d" e "e".

Segundo o Informex abaixo transcrito, o prazo para optar em manter o desconto de 1,5% será prorrogado até 31 de julho de 2001, inclusive permitindo que aqueles que já tenham renunciado, possam reverter sua decisão e manter o desconto, que assegura mais benefícios do que a legislação atual.

INFORMEX NR 027 - DE 25 DE JUNHO DE 2001

A propósito da aplicação da nova Lei de Remuneração dos Militares (LRM), incumbiu-me o Sr. Comandante do Exército de transmitir à Força o que se segue:

1. O prazo para a assinatura do Termo de Renúncia de que trata o parágrafo 1º do artigo 31 da Medida Provisória Nr 2131, de 28 de dezembro de 2000, será prorrogado até 31 de julho de 2001.

2. Aqueles que não renunciarem ao desconto de 1,5% previsto na medida provisória acima citada, assegurarão os benefícios anteriormente previstos que são:

- a manutenção da relação dos beneficiários; e

- o acúmulo de duas pensões militares.

3. Em conseqüência:

- aqueles que já fizeram sua opção poderão revertê-la, caso desejem, até o dia 31 de julho de 2001; e

- o Departamento Geral do Pessoal fará uma compatibilização na Portaria Nr 028-DGP, de 12 de abril de 2001.

4. As Regiões Militares, por intermédio de suas Seções de Inativos e Pensionistas, deverão dar ampla divulgação a todos os inativos que lhes estão vinculados, devendo acolher até 31 de julho de 2001, os Termos de Renúncias ou de desistência dos mesmos.

 

Gen Div LUIZ CESÁRIO DA SILVEIRA FILHO

Chefe do CCOMSEX

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COMUNICADO Nº 11

 

 

Brasília-DF, 08 de junho de 2001.

 

 

Conforme informamos anteriormente, fizemos, nas 2 últimas semanas, um esforço concentrado na busca de apoio para emendas à Medida Provisória da Lei de Remuneração dos Militares.

 

Até a 4ª reedição, a MP 2131, de 28/12/2000, contava com 144 emendas, sendo 31 de nossa autoria (vide www.camara.gov.br/bolsonaro). Com este nosso esforço e apoio dos que enviaram E-mail para Brasília por ocasião da 5ª reedição, conseguimos mais 555, perfazendo um total de 699 emendas. UM RECORDE.

 

Estas emendas não foram simples coletas de assinaturas. Foi um trabalho árduo de convencimento. A de maior aceitação até agora é a que assegura o direito da remuneração do grau hierárquico superior quando da passagem para a inatividade, com 56 signatários, demonstrando, assim, os parlamentares o apreço para com os militares da ativa das Forças Armadas, bem como a vontade de se corrigir o que foi, no meu entender, a maior injustiça da nova LRM.

 

Vale lembrar que a assessoria parlamentar do Ministério da Defesa, cujo chefe e subchefe são bancários e não entendem nada de caserna, trabalha arduamente para que a MP seja aprovada em sua forma original.

 

Peço a V. Sa. que envie E-mail de agradecimento para os deputados que apresentaram emendas, pois acreditamos em mudanças.

 

Quando uma MP recebe muitas emendas fica claro a evidência de que contém várias imperfeições. Ainda esperamos que, por ocasião de futura reedição, algumas destas sugestões sejam acolhidas.

 

Esta nova LRM foi uma decepção para quase todos, exceto para os que têm poder de alterá-la mas não o fazem por que tiveram mantidos todos os seus direitos, reajuste acima de 40% e adicional de permanência.

 

O Ministro GERALDO QUINTÃO não entende que A MÁXIMA: "SE EU ME SAFEI O RESTO QUE SE EXPLODA", NÃO CONDIZ COM AS TRADIÇÕES DAS FORÇAS ARMADAS.

 

Um abraço,

 

Cap R/1 - JAIR BOLSONARO

Deputado Federal - PPB/RJ

 

RELAÇÃO DE APOIAMENTO À MP 2131

Parlamentar

E-mail

Part.Estado

Emenda(s) apoiada(s)

Total

JAIR BOLSONARO

dep.jairbolsonaro@camara.gov.br

PPB/RJ

N www.camara.gov.br/bolsonaro

33

ALMERINA DE CARVALHO

dep.almerinadecarvalho@camara.gov.br

PFL/RJ

1,3,6,9,10,16,17,19 e 23

9

BISPO RODRIGUES

dep.bisporodrigues@camara.gov.br

PL/RJ

1

1

CANDINHO MATTOS

dep.candinhomattos@camara.gov.br

PSDB/RJ

1

1

CARLOS SANTANA

dep.carlossantana@camara.gov.br

PT/RJ

1,3,4,6,7,9,10,16,17,19 e 23

11

CORNÉLIO RIBEIRO

dep.cornelioribeiro@camara.gov.br

PL/RJ

1

1

DR. HELENO

dep.dr.heleno@camara.gov.br

PSDB/RJ

1

1

FERNANDO GABEIRA

dep.fernandogabeira@camara.gov.br

PV/RJ

1

1

IÉDIO ROSA

dep.iediorosa@camara.gov.br

S.PART./RJ

1

1

JOSÉ CARLOS COUTINHO

dep.josecarloscoutinho@camara.gov.br

PFL/RJ

1,3,4,6,7,9,10,16,17,19 e 23

11

JOSÉ EGYDIO

dep.joseegydio@camara.gov.br

PL/RJ

1

1

LUIZ RIBEIRO

dep.luizribeiro@camara.gov.br

PSDB/RJ

1,3,4,6,7,9,10,16,17,19 e 23

11

LUIZ SÉRGIO

dep.luizsergio@camara.gov.br

PT/RJ

4,7,9,10,16,17 e 19

7

MIRIAN REID

dep.mirianreid@camara.gov.br

PSB/RJ

3,9,10 e 23

4

RODRIGO MAIA

dep.rodrigomaia@camara.gov.br

PTB/RJ

1

1

AIRTON CASCAVEL

dep.airtoncascavel@camara.gov.br

PPS/RR

1,3,4,6,7,9,10,16,17,19 e 23

11

ALBERTO FRAGA

dep.albertofraga@camara.gov.br

PMDB/DF

1,3,4,6,7,9,10,16,17,19 e 23

11

ALMIR SÁ

dep.almirsa@camara.gov.br

PPB/RR

1

1

ANÍBAL GOMES

dep.anibalgomes@camara.gov.br

PMDB/CE

1,3,4,6,7,9,10,16,17,19 e 23

11

ARNALDO FARIA DE SÁ

dep.arnaldofariadesa@camara.gov.br

PPB/SP

1

1

ARNON BEZERRA

dep.arnonbezerra@camara.gov.br

PSDB/CE

1,3,4,6,7,9,10,16,17,19 e 23

11

ARY KARA

dep.arykara@camara.gov.br

PPB/MG

1

1

ASDRUBAL BENTES

dep.asdrubalbentes@camara.gov.br

PMDB/PA

1,3,4,6,7,9,10,16,17,19 e 23

11

AUGUSTO FARIAS

dep.augustofarias@camara.gov.br

PPB/AL

1,3,4,6,7,9,10,16,17,19 e 23

11

AUGUSTO NARDES

dep.augustonardes@camara.gov.br

PPB/RS

1

1

BABÁ

dep.baba@camara.gov.br

PT/PA

1

1

BISPO WANDERVAL

dep.bispowanderval@camara.gov.br

PL/SP

1

1

CLEONÂNCIO FONSECA

dep.cleonanciofonseca@camara.gov.br

PPB/SE

1

1

CONFÚNCIO MOURA

dep.confunciomoura@camara.gov.br

PMDB/RO

1

1

CUNHA BUENO

dep.cunhabueno@camara.gov.br

PPB/SP

1,3,4,6,7,9,10,16,19,23 e 29

11

DE VELASCO

dep.develasco@camara.gov.br

PSL/SP

1,3,4,6,7,9,10,16,17,19 e 23

11

DELFIM NETTO

dep.delfimnetto@camara.gov.br

PPB/SP

1

1

DR. HÉLIO

dep.dr.helio@camara.gov.br

PDT/SP

1,3,4,6,7,9,10,16,17,19 e 23

11

EDISON ANDRINO

dep.edisonandrino@camara.gov.br

PMDB/SC

1

1

EDMAR MOREIRA

dep.edmarmoreira@camara.gov.br

PPB/MG

1

1

EDUARDO CAMPOS

dep.eduardocampos@camara.gov.br

PSB/PE

1 EMENDA (TEXTO PRÓPRIO)

1

ENI VOLTOLINI

dep.enivoltolini@camara.gov.br

PPB/SC

1,6,9,17,19 e 23

6

ENIVALDO RIBEIRO

dep.enivaldoribeiro@camara.gov.br

PPB/PB

1, 3

2

GILMAR MACHADO

dep.gilmarmachado@camara.gov.br

PT/MG

1

1

HAROLDO LIMA

dep.haroldolima@camara.gov.br

PCdoB/BA

1

1

HERCULANO ANCHINETTI

dep.herculanoanchinetti@camara.gov.br

PPB/MG

1

1

INALDO LEITÃO

dep.inaldoleitao@camara.gov.br

PSDB/PB

1,3,4,6,7,9,10,16,17,19 e 23

11

IVANIO GUERRA

dep.ivanioguerra@camara.gov.br

PFL/PR

1,3,4,6,7,9,10,16,17 e 23

10

JOÃO LEÃO

dep.joaoleao@camara.gov.br

PSDB/BA

1

1

JOÃO MAGALHÃES

dep.joaomagalhaes@camara.gov.br

PMDB/MG

1,3,4,6,7,9,10,16,17,19 e 23

11

JOÃO MAGNO

dep.joaomagno@camara.gov.br

PT/MG

4,9,10,16,19 e 23

6

JOÃO PIZZOLATTI

dep.joaopizzolatti@camara.gov.br

PPB/SC

1

1

JOSÉ JANENE

dep.josejanene@camara.gov.br

PPB/PR

1,3,4,6,7,9,10,17,19 e 23

10

JOSÉ MILITÃO

dep.josemilitao@camara.gov.br

PSDB/MG

1

1

JOSÉ THOMAZ NONÔ

dep.josethomaznono@camara.gov.br

PFL/AL

1

1

LAMARTINE POSELLA

dep.lamartineposella@camara.gov.br

PMDB/SP

1

1

LINCOLN PORTELA

dep.lincolnportela@camara.gov.br

PSL/MG

1

1

LUCIANO CASTRO

dep.lucianocastro@camara.gov.br

PFL/RR

1,3,4 e 6

4

LUIS CARLOS HEINZE

dep.luiscarlosheinze@camara.gov.br

PPB/RS

1,3,4,9,10,16,17,19 e 23

9

LUIZ BITTENCOURT

dep.luizbittencourt@camara.gov.br

PMDB/GO

1,3,4,6,7,9,10,16,17,19 e 23

11

LUIZ CARLOS HAULLI

dep.luizcarloshaulli@camara.gov.br

PSDB/PR

1

1

LUIZ FERNANDO

dep.luizfernando@camara.gov.br

PPB/AM

1,3,4,7,9,10,16,17,19 e 23

10

LUIZ MOREIRA

dep.luizmoreira@camara.gov.br

PFL/BA

1

1

MAGNO MALTA

dep.magnomalta@camara.gov.br

PL/ES

1

1

MÁRCIO BITTAR

dep.marciobittar@camara.gov.br

PPS/AC

1,3,4,6,7,9,16,17,19 e 23

10

MÁRCIO REINALDO MOREIRA

dep.marcioreinaldo@camara.gov.br

PPB/MG

1

1

MARIO NEGROMONTE

dep.marionegromonte@camara.gov.br

PSDB/BA

1

1

MEDEIROS

dep.medeiros@camara.gov.br

PFL/SP

1

1

MOACIR MICHELETTO

dep.moacirmicheletto@camara.gov.br

PMDB/PR

1,3,4,6,7,9,10,16,17,19 e 23

11

MORONI TORGAN

dep.moronitorgan@camara.gov.br

PFL/CE

1

1

MUSSA DEMES

dep.mussademes@camara.gov.br

PFL/PI

1

1

NELSON MARQUEZELLI

dep.nelsonmarquezelli@camara.gov.br

PTB/SP

1,3,4,6,7,9,10,16,17,19 e 23

11

NEUTON LIMA

dep.neutonlima@camara.gov.br

PFL/SP

1,3,4,6,7,9,10,16,17,19 e 23

11

OLIVEIRA FILHO

dep.oliveirafilho@camara.gov.br

PSDB/PR

1

1

OSMÂNIO PEREIRA

dep.osmaniopereira@camara.gov.br

PSDB/MG

1,3,4,6,7,9 ,10,16,17,19 e 23

11

OSMAR SERRAGLIO

dep.osmarserraglio@camara.gov.br

PMDB/PR

1,3,4,6,7,9,10,16,17 e 23

10

OSVALDO REIS

dep.osvaldoreis@camara.gov.br

PMDB/TO

1,2,3,4,6,7,10,16,17,19 e 23

11

PAUDERNEY AVELINO

dep.pauderneyavelino@camara.gov.br

PFL/AM

1

1

PAULO GOUVÊA

dep.paulogouvea@camara.gov.br

PFL/SC

1,3,4,6,7,9,10,16,17,19 e 23

11

PAULO LIMA

dep.paulolima@camara.gov.br

PMDB/SP

1,3,4,7,9,10,16,17,19 e 23

10

PAULO OCTÁVIO

dep.paulooctavio@camara.gov.br

PFL/DF

1,3,6,9,16 e 23

6

PAULO PAIM

dep.paulopaim@camara.gov.br

PT/RS

1

1

PEDRO CHAVES

dep.pedrochaves@camara.gov.br

PMDB/GO

1,3,4,6,7,9,10,16,19,17 e 23

11

PROFESSOR LUIZINHO

dep.professorluizinho@camara.gov.br

PT/SP

1,3,4,6,7,9,10,16,19 e 23

10

RICARDO BERZOINI

dep.ricardoberzoini@camara.gov.br

PT/SP

1,3,4,6,7,9,10,16,17,19 e 23

11

ROMEL ANÍZIO

dep.romelanizio@camara.gov.br

PPB/MG

1

1

RONALDO VASCONCELOS

dep.ronaldovasconcelos@camara.gov.br

PL/MG

1,3,4,6,7,9,10,16,17,21 e 23

11

SALOMÃO CRUZ

dep.salomaocruz@camara.gov.br

PPB/RR

1,3,4,6,7,9,10,16,17,19 e 23

11

SEVERINO CAVALCANTI

dep.severinocavalcanti@camara.gov.br

PPB/PE

1,3,4,6,7,10,16,17,19 e 23

10

TELMO KIRST

dep.telmokirst@camara.gov.br

PPB/RS

1,3,4,6,7,9,10,16,17,19 e 23

11

THEMISTOCLES SAMPAIO

dep.themistoclessampaio@camara.gov.br

PMDB/PI

1,3,4,6,7,9,10,16,17,19 e 23

11

WAGNER SALUSTIANO

dep.wagnersalustiano@camara.gov.br

PPB/SP

1,3,4,6,7,9,10,17,19 e 23

10

WALDIR PIRES

dep.waldirpires@camara.gov.br

PT/BA

1

1

ZILÁ BEZERRA

dep.zilabezerra@camara.gov.br

PTB/AC

1

1

ALCEU COLLARES

dep.alceucollares@camara.gov.br

PDT/RS

 

 

JORGE WILSON

dep.jorgewilson@camara.gov.br

PMDB/RJ

 

 

ANTÔNIO CAMBRAIA

dep.antoniocambraia@camara.gov.br

PSDB/CE

 

 

FRANCISCO GARCIA

dep.franciscogarcia@camara.gov.br

PFL/AM

 

 

MARCOS DE JESUS

dep.marcosdejesus@camara.gov.br

PL/PE

 

 

RODRIGO MAIA

dep.rodrigomaia@camara.gov.br

PTB/RJ

 

 

WELINTON FAGUNDES

dep.welintonfagundes@camara.gov.br

PSDB/MT

 

 

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COMUNICADO Nº 12

Brasília-DF, 13 de junho de 2001.

 

Prezado Companheiro,

 

 

O Senado já criou o embrião da Guarda Nacional. A Câmara está em vias de aprovar projeto que cria os Centros de Prestação de Serviços – CPS – nas Forças Armadas, ou seja, uma verdadeira terceirização na área militar (tal projeto é de autoria "intelectual" do Doutor Geraldo Quintão - ministro da Defesa).

Nada se salva. Por determinação "politiqueira", no futuro, nossos hospitais militares atenderão o público de maneira geral. Daí vão dizer que nada podem fazer porque são subordinados ao Ministro da Defesa, são disciplinados, etc.

 

Nós já pagamos o mais caro plano de saúde do Brasil. Os inativos e pensionistas que poderiam, por opção, deixar os fundos de saúde militares não o podem. As autoridades não querem abrir mão desta fonte de renda.

A área de ensino também poderá ser privatizada. Vagas nos colégios militares serão reservadas aos "peixes" de políticos. Os filhos de militares da Aeronáutica e da Marinha continuarão sem acesso...

 

Um festival de ordens dos "amigos" do governo interferirão diretamente na atividade-fim das Forças.

 

Abaixo o projeto para sua análise, onde pedimos especial atenção para os incisos I do Art. 1º e para o Art. 8º.

 

Atenciosamente,

 

 

JAIR BOLSONARO

Deputado Federal - PPB/RJ

 

 

PROJETO DE LEI Nº 3.524, DE 2000

(DO PODER EXECUTIVO)

 

Dispõe sobre a qualificação dos órgãos e das entidades do Ministério da Defesa como Centros de Prestação de Serviços – CPS e dá outras providências.

 

 
O CONGRESSO NACIONAL decreta:
Art. 1o O Poder Executivo poderá qualificar como Centros de Prestação de Serviços - CPS os órgãos e as entidades do Ministério da Defesa que atendam aos seguintes requisitos:
I - dedicação a atividades industriais e de apoio de base, pesquisa e desenvolvimento, atendimento médico-hospitalar, abastecimento, suprimento, engenharia, ensino e cultura; (grifamos)
II - geração de receitas pela cobrança dos serviços prestados ao Ministério da Defesa, às Forças Armadas e aos demais órgãos integrantes da estrutura do Ministério;
III - geração de receita, em caráter complementar, pela prestação de serviços aos demais órgãos e entidades governamentais ou extragovernamentais, nacionais ou estrangeiros;
IV - custeio de suas próprias despesas, conforme definido em contrato de gestão;
V - apuração de custos por processo contábil específico; ou
VI - exercício de competitividade pela melhoria da produtividade e qualidade na prestação de serviços.
Art. 2o Para os efeitos desta Lei, considera-se contrato de gestão o instrumento firmado entre o Ministério da Defesa ou Força Armada e o órgão ou a entidade qualificada como CPS que disponha, pelo menos, sobre os seguintes itens:
I - atribuições, responsabilidades e obrigações dos signatários;
II - objetivos e metas a serem alcançados, com os respectivos indicadores;
III - sistemática de avaliação de desempenho; e
IV - autonomias a serem concedidas.
§ 1o Os programas, os projetos, as metas e as ações do contrato de gestão estarão subordinados ao previsto no planejamento estratégico do CPS, em consonância com os planos e programas do Ministério da Defesa ou da Força Armada à qual esteja vinculado.
§ 2o Os contratos de gestão dos CPS serão celebrados com periodicidade mínima de um ano e poderão ser renovados após demonstrado o cumprimento das metas estabelecidas.
Art. 3o Os CPS diretamente subordinados ao Ministério da Defesa deverão instituir conselho de administração, cujas competências, atribuições e composição serão objetos de regulamentação.
Art. 4o Os CPS têm a gestão submetida aos seguintes controles e avaliações:
I - tomada de contas pelo órgão de controle interno do Ministério da Defesa, para os que lhe são diretamente subordinados, ou pelo controle interno da Força Armada a que pertencer o CPS;
II - avaliação pelo órgão de controle externo;
III - verificações e análises de resultados atingidos com a execução do contrato de gestão, pelo órgão superior; e
IV - exame rotineiro da Força Armada à qual esteja diretamente subordinado.
Art. 5o Nas licitações, os CPS observarão as disposições da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, podendo, ainda, adotar a modalidade do pregão, na forma da legislação pertinente, para a compra de bens e contratação de serviços comuns.
Parágrafo único. Aplica-se para os CPS os limites estabelecidos no parágrafo único do art. 24 da Lei nº 8.666, de 1993.
Art. 6o Os CPS poderão utilizar, mediante licitação e contrato, técnicos ou empresas especializadas, inclusive consultores independentes e auditores externos, para executar atividades de sua competência.
Art. 7º Os CPS poderão contratar mão-de-obra pelo regime de emprego, conforme disposto na Lei no 9.962, de 22 de fevereiro de 2000.
Art. 8º Os militares e servidores públicos, lotados nos CPS, permanecem submetidos às respectivas legislações, inclusive quanto à remuneração. (grifamos)
Art. 9º O Ministro de Estado da Defesa estabelecerá as normas complementares que se fizerem necessárias para a implementação dos CPS.

Art. 10. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

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COMUNICADO Nº 13

 

Brasília-DF, 26 de junho de 2001.

 

Prezado(a) Senhor(a)

 

Encaminhamos hoje, conforme documento abaixo, um conjunto de 12 emendas para todos os senadores onde estamos pedindo que apresentem pelo menos uma emenda à MP 2131-6 (LRM).

 

Para que possamos obter êxito em nosso intento, solicitamos aos companheiros que enviem e-mail para os senadores solicitando empenho na apresentação de emendas, tendo em vista que o prazo para apresentação das mesmas expira amanhã dia 27 de junho.

Atenciosamente,

 

JAIR BOLSONARO

Deputado Federal - PPB/RJ

 

 

 

Senador Ademir Andrade

Partido: PSB

Estado: PA

ademiran@senado.gov.br

Senador Alberto Silva

Partido: PMDB

Estado: PI

alberto.silva@senado.gov.br

Senador Álvaro Dias

Partido: PSDB

Estado: PR

alvarodias@senado.gov.br

Senador Amir Lando

Partido: PMDB

Estado: RO

amir.lando@senado.gov.br

Senador Antero Paes de Barros

Partido: PSDB

Estado: MT

antero.barros@senado.gov.br

Senador Antonio Carlos Júnior

Partido: PFL

Estado: BA

acmjr@senado.gov.br

Senador Antônio Carlos Valadares

Partido: PSB

Estado: SE

antval@senado.gov.br

Senador Arlindo Porto

Partido: PTB

Estado: MG

arlindo@senado.gov.br

Senador Bello Parga

Partido: PFL

Estado: MA

bparga@senador.senado.gov.br

Senador Bernardo Cabral

Partido: PFL

Estado: AM

bernardo@senador.senado.gov.br

Senador Carlos Bezerra

Partido: PMDB

Estado: MT

carbez@senado.gov.br

Senador Carlos Patrocínio

Partido: PFL

Estado: TO

patrocin@senador.senado.gov.br

Senador Carlos Wilson

Partido: PPS

Estado: PE

cwilson@senado.gov.br

Senador Casildo Maldaner

Partido: PMDB

Estado: SC

casmalda@senador.senado.gov.br

Senador Edison Lobão

Partido: PFL

Estado: MA

elobao@senado.gov.br

Senador Eduardo Siqueira Campos

Partido: PFL

Estado: TO

eduardo.siqueira@senado.gov.br

Senador Eduardo Suplicy

Partido: PT

Estado: SP

esuplicy@senador.senado.gov.br

Senadora Emília Fernandes

Partido: PDT

Estado: RS

emilia@senado.gov.br

Senador Fernando Bezerra

Partido: PTB

Estado: RN

fbezerra@senado.gov.br

Senador Fernando Matusalém

Partido: PPB

Estado: RO

fernan@senado.gov.br

Senador Francelino Pereira

Partido: PFL

Estado: MG

francp@senado.gov.br

Senador Freitas Neto

Partido: PFL

Estado: PI

freitas.neto@senado.gov.br

Senador Geraldo Althoff

Partido: PFL

Estado: SC

althoff@senado.gov.br

Senador Geraldo Cândido

Partido: PT

Estado: RJ

geraldo.candido@senado.gov.br

Senador Geraldo Melo

Partido: PSDB

Estado: RN

gmelo@gabsen.senado.gov.br

Senador Gerson Camata

Partido: PMDB

Estado: ES

gecamata@senador.senado.gov.br

Senador Gilberto Mestrinho

Partido: PMDB

Estado: AM

gilberto.mestrinho@senado.gov.br

Senador Gilvam Borges

Partido: PMDB

Estado: AP

gborges@senado.gov.br

Senadora Heloísa Helena

Partido: PT

Estado: AL

heloisa.helena@senado.gov.br

Senador Hugo Napoleão

Partido: PFL

Estado: PI

hnanet@gabsen.senado.gov.br

Senador Iris Rezende

Partido: PMDB

Estado: GO

irezende@senado.gov.br

Senador Jader Barbalho

Partido: PMDB

Estado: PA

barbalho@senado.gov.br

Senador Jefferson Peres

Partido: PDT

Estado: AM

jefperes@senador.senado.gov.br

Senador João Alberto Souza

Partido: PMDB

Estado: MA

joao.alberto@senado.gov.br

Senador Jonas Pinheiro

Partido: PFL

Estado: MT

jonas@senado.gov.br

Senador Jorge Bornhausen

Partido: PFL

Estado: SC

bornhausen@senado.gov.br

Senador José Agripino

Partido: PFL

Estado: RN

agripino@senado.gov.br

Senador José Alencar

Partido: PMDB

Estado: MG

jose.alencar@senado.gov.br

Senador José Coelho

Partido: PFL

Estado: PE

jcoelho@senado.gov.br

Senador José Eduardo Dutra

Partido: PT

Estado: SE

zedutra@senador.senado.gov.br

Senador José Fogaça

Partido: PMDB

Estado: RS

jofog@senador.senado.gov.br

Senador Juvêncio da Fonseca

Partido: PMDB

Estado: MS

juvencio.fonseca@senado.gov.br

Senador Lauro Campos

Partido: Sem partido

Estado: DF

laurocam@senado.gov.br

Senador Leomar Quintanilha

Partido: PPB

Estado: TO

leomar@senado.gov.br

Senador Lindberg Cury

Partido: PFL

Estado: DF

lacury@senado.gov.br

Senador Lúcio Alcântara

Partido: PSDB

Estado: CE

lucioalc@senado.gov.br

Senador Lúdio Coelho

Partido: PSDB

Estado: MS

lcoelho@senador.senado.gov.br

Senador Luiz Otavio

Partido: Sem partido

Estado: PA

luizotav@senado.gov.br

Senador Luiz Pontes

Partido: PSDB

Estado: CE

luiz.pontes@senado.gov.br

Senador Maguito Vilela

Partido: PMDB

Estado: GO

maguito.vilela@senado.gov.br

Senadora Maria do Carmo Alves

Partido: PFL

Estado: SE

maria.carmo@senado.gov.br

Senadora Marina Silva

Partido: PT

Estado: AC

marinasi@senadora.senado.gov.br

Senadora Marluce Pinto

Partido: PMDB

Estado: RR

marlucep@senador.senado.gov.br

Senador Mauro Miranda

Partido: PMDB

Estado: GO

mmiranda@senado.gov.br

Senador Moreira Mendes

Partido: PFL

Estado: RO

moreira.mendes@senado.gov.br

Senador Mozarildo Cavalcanti

Partido: PFL

Estado: RR

mozarild@senado.gov.br

Senador Nabor Júnior

Partido: PMDB

Estado: AC

naborjun@senado.gov.br

Senador Ney Suassuna

Partido: PMDB

Estado: PB

neysuassuna@senado.gov.br

Senador Nilo Teixeira Campos

Partido: PSDB

Estado: RJ

nilotc@senado.gov.br

Senador Osmar Dias

Partido: PSDB

Estado: PR

odias@senado.gov.br

Senador Paulo Hartung

Partido: PPS

Estado: ES

paulo.hartung@senado.gov.br

Senador Paulo Souto

Partido: PFL

Estado: BA

paulo.souto@senado.gov.br

Senador Pedro Piva

Partido: PSDB

Estado: SP

ppiva@senado.gov.br

Senador Pedro Simon

Partido: PMDB

Estado: RS

pedrosim@senador.senado.gov.br

Senador Pedro Ubirajara

Partido: PMDB

Estado: MS

pedro.ubirajara@senado.gov.br

Senador Renan Calheiros

Partido: PMDB

Estado: AL

renancal@senado.gov.br

Senador Ricardo Santos

Partido: PSDB

Estado: ES

ricardo.santos@senado.gov.br

Senador Roberto Freire

Partido: PPS

Estado: PE

rfreire@senado.gov.br

Senador Roberto Requião

Partido: PMDB

Estado: PR

requiao@senado.gov.br

Senador Roberto Saturnino

Partido: PSB

Estado: RJ

roberto.saturnino@senado.gov.br

Senador Romero Jucá

Partido: PSDB

Estado: RR

rjuca@senador.senado.gov.br

Senador Romeu Tuma

Partido: PFL

Estado: SP

rtuma@senado.gov.br

Senador Ronaldo Cunha Lima

Partido: PMDB

Estado: PB

rclima@senado.gov.br

Senador Sebastião Rocha

Partido: PDT

Estado: AP

sebast@senador.senado.gov.br

Senador Sérgio Machado

Partido: PSDB

Estado: CE

smanet@senado.gov.br

Senador Teotônio Vilela Filho

Partido: PSDB

Estado: AL

teotonio@senador.senado.gov.br

Senador Tião Viana

Partido: PT

Estado: AC

tiao.viana@senado.gov.br

Senador Valmir Amaral

Partido: PMDB

Estado: DF

vamaral@senado.gov.br

Senador Waldeck Ornelas

Partido: PFL

Estado: BA

waldeck@senado.gov.br

Senador Wellington Roberto

Partido: PMDB

Estado: PB

welrob@senado.gov.br

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COMUNICADO Nº 14

Brasília-DF, 20 de julho de 2001.

Prezado Companheiro,

            Estamos assistindo a mobilização de algumas PMs pelo Brasil reivindicando um salário justo, compatível com o seu grau de importância. Aqueles que condenam as PMs dizendo que o caminho não é este, mas não apontam outra maneira de como elas deveriam proceder. São os teóricos e carreiristas, ou simplesmente covardes, de plantão. Destes, infelizmente, já estamos cheios nas Forças Armadas.

           Tudo começou com a PM de Minas, onde os oficiais superiores obtiveram reajustes muito superiores em relação ao restante da tropa. A greve, à época, deflagrou-se. Quase 200 foram "expulsos" mas foi negociado um piso salarial compatível naquela oportunidade.

            O Cabo Júlio, líder do movimento, lançou-se candidato a Deputado Federal em 1998. Foi o mais votado de Minas Gerais, com o respaldo incondicional de seus companheiros. Por ocasião do 2º Turno (nas mesmas eleições), o Cabo negociou com o então candidato Itamar Franco uma anistia para os expulsos, fato que se concretizou no ano seguinte.

            Hoje a PM/MG não mais ocupa os últimos lugares na hierarquia salarial. Os fatos atuais levaram o Ministro da Justiça, José Gregori a fazer declarações estúpidas no jornal "O Globo", (15/07/01) de que "É preciso restringir as possibilidades de candidaturas de policiais a cargos eletivos" e complementa: "Precisamos reavaliar essas condições para que a polícia tenha uma representação apartidária."

            Não há dúvida de que os PMs estarão fortemente representados no Congresso Nacional e nas Assembléias Legislativas, em 2003. E as perguntas que faço aos senhores são as seguintes:

        - E as Forças Armadas?

        - Continuaremos com representação apartidária, como quer Gregori para a PM?

        Sem nos politizarmos, estaremos amanhã na mesma situação das PMs de hoje.

        Se o mérito das reivindicações são as questões salariais, o que dizer da Medida Provisória n.º 2.131, de 29 de dezembro de 2000, que reduziu a remuneração dos Cabos, Soldados e Taifeiros e aumentou em 44% a dos Generais? O que dizer desta MP que fez com que os militares da reserva passassem a contribuir para a "Previdência", sendo a única classe de "aposentados" a ter esta contribuição imposta? O que dizer dos militares da ativa, que por questão de dias ou meses antes de completar o tempo mínimo exigido para a inatividade, perderam todos os seus direitos, entre eles o da percepção de remuneração de grau hierárquico superior ao se inativar?

        As PMs não tiveram alternativa. Nada de disciplina e hierarquia com governadores que nunca respeitaram seus subordinados fardados. Mostram que vivem (a grande maioria) de seus salários e lutam por eles em defesa das suas famílias. Nós, das Forças Armadas, ainda não acordamos para o nosso potencial eleitoral. A Câmara Federal e o Senado têm, e muitas, falhas, mas quem não tem lá os seus representantes está fadado a viver de cestas básicas e patrióticos elogios em suas alterações. Quem conduz os destinos das Forças Armadas enterrou a CPI da corrupção, e ainda quer que a tropa lhe seja leal.

        O momento é de União. Devemos procurar, cada um em seu Estado, a união das Forças Armadas e da Polícia Militar, com o intuito de termos uma expressiva bancada para a próxima Legislatura, onde juntos possamos até indicar o futuro Ministro da Defesa, diferente deste "MOSCA MORTA" que lá está, cujo próximo objetivo é aprovar a PEC-136, onde os integrantes das Forças Armadas e seus pensionistas irão para a vala comum do INSS. Fiquemos acreditando nos falsos chefes, os quais têm seus futuros garantidos em Washington, Nova York, Genebra, etc... ganhando até mais de US$ 10,000.00 por mês, (por serem coniventes com esta nova Lei de Remuneração), que estaremos fadados a ser mendigos fardados.

        Um apelo: mande-nos sugestões. Envie-nos e-mail de outros companheiros. Vamos fazer um trabalho via Internet em todo o Brasil. Vamos lutar, nunca esmorecer. Os inimigos do Brasil, das Forças Armadas e das Polícias Militares estão todos no momento concentrados no Planalto.

 

Vamos somar, sonhar, vencer...

                    Atenciosamente,

    Cap R/1 – Jair Bolsonaro

Tel.: (61) 318-5482

(21) 3814-2118

e-mail: dep.jairbolsonaro@camara.gov.br

carbol@cmrj1.cmrj.gov.br

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COMUNICADO Nº 15

A DURA VIDA DO COMANDANTE DO EB

        - No próximo dia 18 de agosto os cadetes do 1º ano da AMAN - Academia Militar das Agulhas Negras -, em Resende, estarão recebendo seus espadins. Como mais alta autoridade militar presente está prevista a presença do Cmt do Exército, o General GLEUBER VIEIRA.

        - Durante o seu trajeto do aeroporto à AMAN recrutas estarão postados no balizamento da sua comitiva. Recrutas estes que têm sua remuneração bruta fixada em R$ 153,00, de acordo com a MP 2131, de 28 de dezembro de 2000, portanto abaixo do ridículo salário mínimo de R$ 180,00. O Cmt do EB estará refletindo por alguns longos minutos sobre estes jovens que prestam o serviço militar obrigatório, pois são os oriundos das classes mais miseráveis do nosso País.

        - Na entrada da AMAN, a guarda de honra formada por cadetes. Cadetes que apesar de terem precedência hierárquica sobre subtenentes recebem soldo inferior ao de soldado engajado. O Cmt se vangloria em suas "Ordens do Dia" quando diz que na AMAN existem, em sua grande parte, filhos de sapateiros, servidores civis, lixeiros, etc... Deve ser muito duro para o Cmt da Força mais esta reflexão sabendo que um cadete da PM de Brasília recebe o triplo do seu equivalente no Exército.

        - Logo adiante, antes de um breve "COQUETEL", o Comandante será recebido por um pequeno grupo de tenentes-coronéis e coronéis, que por faltarem apenas dias ou meses para completarem 30 anos de serviço, perderam, entre outros, o direito da remuneração do posto acima ao se inativarem. É duro mais este momento de reflexão do nosso Cmt do EB. Ter que apertar as mãos destes oficiais e ficar mudo ...

        - Neste coquetel, é comum o Cmt receber o aperto de mão de um general reformado que teve seu Adicional de Invalidez aumentado de R$ 162,52 para R$ 1.177,50. Mas neste momento o Cmt estará pensando que velhos soldados moribundos que por, questão da hierarquia, nunca vão poder apertar a sua mão, tiveram o mesmo Adicional de Invalidez reduzido de R$ 125,70 para R$ 112,50. O Cmt, refletindo, sabe que o preço do remédio para tratar do câncer do general reformado é o mesmo para o que atenua a dor do soldado também doente.

        - Os petiscos e bebidas estão sendo servidos por taifeiros, que tiveram sua remuneração líquida reduzidas após a nova LRM. Estes humildes estão também condenados a nunca serem promovidos, pois não existe um decreto neste sentido. O Cmt teria que levar o caso ao Ministro da Defesa e depois ao Presidente da República, a exemplo do Cmt da Aeronáutica. Mas isto é muito cansativo e ele já está cansado de tanto refletir ... além de temer um NÃO do Ministro da Defesa, totalmente, alheio aos problemas dos militares.

        - Entre os Generais-de-Brigada da ativa, na mesma turma, ele também sabe que o mais antigo, promovido em novembro/2000, está ganhando menos que o mais moderno promovido em março/2001, pois este último, sob a égide da MP 2131 está ganhando adicional de permanência de 5% e o primeiro não. Uma inversão hierárquica salarial. o Cmt reflete ...

        - O próprio Cmt também sabe que seus proventos são irregulares, pois a MP não previu o soldo de marechal nem soldo acrescido para os Generais-de-Exército, a exemplo da LRM anterior. Já fiz todo o possível para corrigir esta falha, mas o Ministro da Defesa tem dito que não aceita mudar uma só vírgula nesta MP. Prepotente e boçal, vem desafiando a todos, inclusive os Deputados e Senadores.

        - O Cmt vai para o local da formatura. À sua frente centenas de cadetes. Futuros oficiais do Exército Brasileiro que não têm mais direito à Gratificação de Tempo de Serviço e serão obrigados a servir por mais 2 anos, porque perderam o direito à Licença Especial. Daqui a 4 anos, sua remuneração líquida resumir-se-á a R$ 2.100,00 (equivalente ao que recebe um boy na Câmara). Uma vergonha para quem dá os 5 melhores anos de sua vida para se formar e dedicação exclusiva ao Brasil. Poderá quando muito, comprar uma bicicleta de 10 marchas no dia do seu aspirantado. O Cmt reflete e seus olhos lacrimejam ...

        - A banda toca o exórdio. O seu mestre, um capitão QAO, caso queira ir para a reserva agora, não irá mais recebendo os proventos de major. Esta diferença é de R$ 1.320,00. O Cmt sabe que os seus oficiais generais foram reajustados em 44% e não perderam nenhum outro direito. Além do Adicional de Permanência também farão jus à remuneração do grau hierárquico superior ou soldo acrescido quando se inativarem. Uma tremenda injustiça. O Cmt sabe que a maioria dos generais não se sente bem como esta situação. Mas como quem decide é o Comandante da Força ... (ou será o Ministro da Defesa?)

        - Se algum elemento da comitiva for acometido de mal súbito, será atendido por um oficial médico que perdeu nesta nova LRM, além dos outros direitos, o tempo universitário. o Cmt sabe disto e fica muito triste ... mas ele deve ser bem atendido afinal, o desconto para o fundo de saúde foi majorado em mais de 100% ...

        - Para a saúde foi criado ainda, mesmo sem qualquer lei, portanto completamente irregular um desconto de R$ 7,00 para todos os militares e pensionistas. Caso o chefe da comitiva precise, este fundo lhe proporcionará cobertura para as despesas, mas todos dizem que se outro militar menos graduado, ou pensionista, precisar ... O chefe sabe que a maracutaia dos descontos para a assessoria jurídica Bandeira de Mello vai indo muito bem. R$ 2.000.000,00 são arrecadados todos os meses, o atendimento feito por estagiários é péssimo e o dinheiro vai para ... (recuso-me a escrever o seu destino, não acredito). Como é duro ser chefe do Exército e agüentar tudo isto ...

        - O Cmt dá uma olhada para os oficiais e praças da AMAN, que residem em Próprios Nacionais. Agora eles não recebem mais auxílio moradia, mas pagam taxa de acupação para morar nos PNRs. Os militares da ativa que vieram de Brasília para prestigiar seus filhos Cadetes, além de pagar taxa de ocupação pagam também condomínio. Mas, pensa o Cmt, o Ministro da Defesa, Dr. GERALDO APAGADÃO, coitado, paga o dobro, pois ocupa simultaneamente os apartamentos 601 e 602 na SQS 112 Bl. "D". O Cmt reflete, coitado do APAGADÃO, como ele deve estar sobrevivendo ...

        - O Cmt também vê no palanque velhos companheiros de reserva e sabe que eles são os únicos "aposentados" que pagam previdência no Brasil, de forma mascarada com o nome de Pensão Militar (7,5% + 1,5%) ... Os militares devem dar exemplo pensa o Cmt ... Afinal, no Brasil não existe corrupção, tanto é verdade que o Comandante Supremo das Forças Armadas enterrou a CPI da Corrupção e elegeu o Sr. JADER BARBALHO para presidir o Senado.

        - O Cmt olha para o ignoto, digo, o futuro, e vê a (PEC) Proposta de Emenda Constitucional nº 136, a qual levará os militares para a vala comum do INSS, ou seja 10 salários mínimos para os coronéis (HOJE ELES NÃO MAIS TERÃO OS PROVENTOS DE GENERAL - EIS A CAUSA DO FIM DO POSTO ACIMA - - SÓ QUEM FOI PROMOVIDO A GENERAL SE SAFARÁ), e confabula: Tenho tantos problemas concretos hoje porque vou me preocupar com este, só previsto para daqui há alguns meses? É muito chato ser Comandante do Exército....

        - O Cmt divaga. Lembra-se de um documento que sua assessoria parlamentar enviou ao líder do PFL na Câmara, Inocêncio Oliveira, onde está escrito que 5.000 militares (oficiais e praças) que recebem cota-parte tiveram seus proventos drasticamente diminuídos, mas não apontaram no documento qual a diretriz do Cmt do EB para sanar mais esta canalhice do Ministro da Defesa. Afinal ele é disciplinado e tem que cumprir ordens, não interessa o vagabundo mais antigo que as dê ...

        - De todo o exposto, confesso, até eu custo a acreditar que seja verdade o que escrevi ... quanta omissão ... quanto descaso com a tropa ... Como me dói escrever tudo isto e enviar para meus companheiros de farda, muitos que se sentaram comigo nos mesmos bancos da EsPCEx e da AMAN. Não quero desacreditar ninguém na Força mas não posso ser omisso e permitir que o nosso Exército fique cada vez mais fraco internamente. Meu objetivo é mostrar a verdade na busca de soluções que devem ser dadas por quem de direito. O espaço do Cmt do Exército não deve ser ocupado por estranhos se bem que os militares, passivamente, permitiram que um estranho e incompetente ocupasse o Ministério da Defesa.

        - A pergunta é: o que fazer?

        - Apelo a todos aqueles que não se acomodam diante da disciplina covarde que vem tomando conta da nossa classe a comparecer na AMAN dia 18, às 10:00hs, para aplaudir o General GLEUBER, pois quem sabe assim ele se anime e realmente passe a desempenhar o seu papel de legítimo chefe militar que todos nós queremos e precisamos.

 

Um abraço.

 

Cap R/1 - JAIR BOLSONARO

Deputado Federal - PPB/RJ

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COMUNICADO Nº 16

Brasília-DF, 17 de agosto de 2001.

 

Prezado Companheiro,

 

Continuo me expondo, e muito, já que estou só na busca de soluções para corrigir graves injustiças nesta nova Lei de Remuneração.

Tenho conversado com alguns oficiais-generais das 3 Forças que concordam com minhas críticas mas descordam dos métodos que utilizo. Contudo, tenho imunidade e a Tribuna da Câmara a qual ocupo por 2 vezes durante a semana.

Nesta última 3ª feira (14/08), no "Programa do Ratinho", desentendi-me com o Senador Romeu Tuma, aliado nosso no passado e atual relator da MP da LRM.

Nesta 5ª feira (17/08), ele ocupou a Tribuna do Senado e atacou-me duramente dizendo, entre outras coisas, que eu o havia ofendido. O "Jornal do Senado" publicou a matéria abaixo transcrita. De concreto, "tiramos o leão da toca" e ele agora já fala em corrigir a MP, fato que anteriormente considerava totalmente inviável.

Não pretendo polemizar, desgastar ou ofender o Senador, entretanto, caso esta LRM fosse adotada para a Polícia Federal, certamente ele já teria corrigido estas distorções. Se eu não tivesse razão, como se explicaria o fato de aproximadamente 1.000 emendas terem sido apresentadas por mais de 100 deputados?

Também nesta 5ª feira, na Comissão de Direitos Humanos, presentes o Ministro da Justiça, José Gregori, e o Ministro de Segurança Institucional, General Alberto Cardoso, mais uma vez demos nosso recado sobre a situação salarial das Forças.

Já no dia 08 de agosto, comemorando antecipadamente o "Dia do Soldado", presentes o Cmt do EB, General Gleuber Vieira, 20 generais e aproximadamente 400 oficiais e praças, discursei de forma diferente de quase todos os outros parlamentares. Ressaltei aquilo que vimos criticando na MP como a remuneração do posto/graduação acima, tempo de serviço, auxílio-moradia, etc e, ao final, para minha surpresa, o Gen Gleuber e o Ministro do STM, Gen Hermes, com toda sua comitiva, me aplaudiram.

Continuo, também, criticando e muito o atual Ministro da Defesa, fato que faz com que alguns (porque estão muito bem relacionados com o governo) se afastem de mim tentando isolar-me, mas não conseguirão, jamais, me calar.

De todo o exposto apelo aos senhores e senhoras, que vêm recebendo nossos "comunicados", que enviem o maior número possível de e-mails ao Senador TUMA e aos que o apartearam, cujos e-mails informo abaixo, pois assim conseguiremos manter o aproveitamento do êxito de toda a operação realizada até agora.

rtuma@senado.gov.br; bernardo@senador.senado.gov.br; lacury@senado.gov.br; lucioalc@senado.gov.br; mozarildo@senado.gov.br; neysuassun@senado.gov.br e rjuca@senador.senado.gov.br

Fitas de vídeo sobre os fatos acima poderemos enviar aos interessados que nos solicitar (pelo e-mail dep.jairbolsonaro@camara.gov.br ou por correspondência para nossos gabinetes), sem qualquer ônus, apenas com o compromisso de divulgá-las entre os seus pares.

Jornal do Senado

Brasília, Sexta-feira, 17 de agosto de 2001

ROMEU TUMA REPUDIA ATAQUES DE DEPUTADO

O senador Romeu Tuma (PFL-SP ) protestou ontem contra ataques pessoais de que tem sido alvo por parte do deputado Jair Bolsonaro (PPB-RJ). Tuma, que é relator da medida provisória que regulamenta os salários e vencimentos dos militares, disse que nunca respondeu a e-mails de integrantes da categoria na forma desrespeitosa relatada pelo deputado.

- Eu nunca respondi um e-mail da forma como ele disse: "os chefes militares estão satisfeitos com a MP , então não há o que reclamar". Não é verdade, essas informações são distorcidas e não correspondem à realidade - afirmou o senador.

Tuma disse rejeitar, "com toda a veemência", as palavras que o deputado tem usado para manchar a sua imagem, e fez um apelo aos militares da reserva para que o procurem a fim de conversar sobre a medida provisória.

O senador afirmou que "há uma dose de injustiça" nas medidas que estão sendo tomadas em relação aos militares, mas observou que isso pode ser corrigido. Ele informou que a MP já conta com mil emendas, lembrando, no entanto, que qualquer emenda de iniciativa de parlamentar não pode criar ou aumentar despesas, tendo que ser negociada com a área econômica do governo, o que ele já está fazendo.

Em aparte, os senadores Bernardo Cabral (PFL-AM), Ney Suassuna (PMDB-PB), Romero Jucá (PSDB- RR), Lindberg Cury (PLF-DF), Mozarildo Cavalcanti (PFL-RR) e Lúcio Alcântara (PSDB-CE) solidarizaram-se com Tuma e repudiaram as agressões que sofreu da parte do deputado Jair Bolsonaro.

 

"PIOR QUE A DOR DA DERROTA É A DOR DA VERGONHA DE NÃO TER LUTADO"

 

Um abraço,

 

Cap R/1 - JAIR BOLSONARO

Deputado Federal - PPB/RJ

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COMUNICADO Nº 17

Brasília-DF, 23 de agosto de 2001.

Prezados Companheiros,

       General sem tropa não ganha guerra. Grato pelo atendimento aos nossos apelos. O envio de e-mails aos senadores, em resposta ao Comunicado 16, tem surtido efeito.

    No dia 21, o relator da MP 2188 (antiga 2131) - Senador Romeu Tuma, convidou alguns militares da reserva para ouvi-los sobre a LRM. No meu entender, deveria ouvir os militares da ativa que foram os mais prejudicados. Contudo não deixa de ser um progresso.

    Há meses, estamos priorizando esta questão. Repito que tenho conversado com diversos oficiais-generais, da ativa, que, embora não tenham sido prejudicados por esta MP, me dizem que ela é injusta. Compreendemos a questão hierárquica alegada por eles no sentido da dificuldade de se manifestarem. Entretanto, o silêncio absoluto, longe de um sinal de disciplina, represa justos sentimentos que poderão acarretar sérios transtornos para todos no futuro. O momento, como sempre, pede a união de todos.

    Solicito aos prezados companheiros que enviem e-mail, um por dia que seja, a deputados e senadores, apelando para que corrijam as injustiças da LRM. Peçam, também, aos parentes e amigos que façam o mesmo. Subsídios, e outras orientações, podem ser retirados em nossa página (www.camara.gov.br/bolsonaro) - "emendas apresentadas" - com as justificativas das mesmas.

    Em nosso site, disponibilizamos, em viva voz, nosso último pronunciamento.

    Nesta oportunidade, o Presidente em exercício, Deputado Wilson Santos - MT, expôs também suas idéias sobre a LRM. Juízo este formado em decorrência dos e-mails que os senhores têm enviado aos parlamentares.

 

JAIR BOLSONARO
Deputado Federal - PPB/RJ

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COMUNICADO Nº 18

Brasília-DF, 28 de agosto de 2001.

 

Acredite se quiser

 

Foi publicado no DOU de ontem, que chegou na Câmara hoje, o adiamento do pagamento da 2ª parcela do Adicional Militar, de 01/Jan/2002 para 01/Jan/2003.

 

(DOU nº 164-E, de 27/Ago/2001)

ANEXO II

TABELAS DE ADICIONAIS

TABELA I ADICIONAL MILITAR (A PARTIR DE 01 DE JANEIRO DE 2001)

CÍRCULOS

QUANTITATIVO PERCENTUAL SOBRE O SOLDO

FUNDAMENTO

Oficial General.

17

Art. 1º e 3º

Oficial Superior.

14

Oficial Intermediário.

11

Oficial Subalterno, Guarda-Marinha e Aspirante-a-Oficial.

8

Suboficial, Subtenente e Sargento.

6

Demais Praças Especiais e Praças de graduação inferior a 3º Sargento, exceto as que estejam prestando Serviço Militar Inicial.

13

 

TABELA II ADICIONAL MILITAR (A PARTIR DE 01 DE JANEIRO DE 2003)

CÍRCULOS

QUANTITATIVO PERCENTUAL SOBRE O SOLDO

FUNDAMENTO

Oficial General.

28

Art. 1º e 3º

Oficial Superior.

25

Oficial Intermediário.

22

Oficial Subalterno, Guarda-Marinha e Aspirante-a-Oficial.

19

Suboficial, Subtenente e Sargento.

16

Demais Praças Especiais e Praças de graduação inferior a 3º Sargento, exceto as que estejam prestando Serviço Militar Inicial.

13

 

Até o momento não sabemos se os Comandantes de Forças foram previamente consultados ou, ao menos, avisados de mais esta agressão. Se não o foram, terá sido mais uma demonstração de falta de respeito e consideração por parte do Ministro da Defesa para com eles.

COM A PALAVRA OS EXCELENTÍSSIMOS SENHORES COMANDANTES DE FORÇAS...

 

Atenciosamente,

Cap R/1 - JAIR BOLSONARO
Deputado Federal - PPB/RJ

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COMUNICADO Nº 19

 

Brasília-DF, 04 de setembro de 2001

 

Prezado Companheiro,

 

O Ministro da Defesa - Dr. GERALDO QUINTÃO - participará de Audiência Pública, na qual este Deputado estará presente, AMANHÃ - dia 05/09/2001 (QUINTA-FEIRA) às 10:00 hs, na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, com participação da Comissão de Direitos Humanos.

A audiência terá transmissão ao vivo pela TV CÂMARA.

Na ocasião o Ministro será interpelado, entre outros, sobre os seguintes assuntos:

- Acordo Brasil/EUA para o uso da Base de Alcântara;

- Atividades de setores do Exército na Região do Araguaia; e

- Nova LRM.

 

Atenciosamente,

 

JAIR BOLSONARO

Deputado Federal - PPB/RJ

 

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COMUNICADO Nº 20

Brasília-DF, 06 de setembro de 2001.

 

- A audiência pública na Câmara com o Ministro da Defesa, realizada ontem (05/09), não foi transmitida pela TV Câmara, como havia sido divulgado.

- Na próxima semana estaremos disponibilizando, em nossa página, o áudio da nossa intervenção, bem como a réplica do Ministro.

- Da audiência, destaco as seguintes ocorrências:

1. O Ministro defendeu o acordo assinado entre o Brasil e os EUA sobre a utilização da Base de Alcântara.

2. Mais de 30 parlamentares que fizeram uso da palavra, de quase todos os partidos, foram unânimes em condenar tal acordo.

3. Para possível respaldo em sua impatriótica missão, Quintão, que por 38 anos advogou para banqueiros, trouxe os 3 Comandantes de Força, talvez para mostrar que tinha retaguarda.

4. Quando da minha intervenção, questionei duramente sobre a LRM e o adiamento da parcela anteriormente prevista para Jan/2002, dizendo-lhe, entre outras coisas, que:

a) a criação do Ministério da Defesa foi uma imposição norte-americana;

b) o perfil para ocupá-lo, também traçado pelos gringos, é o dele: amigo de banqueiros, não sendo político nem militar, ou seja, um reles cumpridor de ordens, um amestrado;

c) não concordava que um neófito ocupasse o mais importante Ministério de um país sério, sendo que, infelizmente, o Brasil não tem governantes comprometidos com a seriedade;

d) a LRM foi uma farsa que trouxe prejuízo para a maioria dos militares

5. Finalizando, após questionar sobre o motivo de retardar a parcela de Jan/2002, perguntei-lhe o que o levou a aceitar ser Ministro da Defesa, já que ele é despreparado para o cargo.

6. Em respostas (?), o Ministro da Defesa disse o seguinte:

a) o adiamento da parcela foi uma decisão da equipe econômica; que ele mesmo só ficou sabendo com a publicação no DOU (prova que ele é uma marionete); que foi motivado pelo impacto nas despesas ter sido muito maior que o previsto quando da edição da MP 2.131.

b) esta nova LRM é muito boa, corrige distorções...

7. Logicamente, reagiu ao fato de tê-lo chamado incompetente, despreparado, descompromissado com os militares, ...

8. De todo o exposto, entendo que estamos conseguindo divulgar nossos problemas e buscar apoio dentro do Congresso, já que o Executivo fechou questão. Alteração na LRM por parte do Ministro Quintão, só se for para piorar.

9. A repercussão na mídia pode ser conhecida em nosso site: www.camara.gov.br/bolsonaro/imprensa.htm .

10. Antecipadamente, informo que no próximo dia 25/Set/01, às 14:00 hs, estarei ocupando a Tribuna da Câmara por 25 minutos, onde trataremos deste assunto, entre outros que V. Sa. possa nos sugerir. A TV Câmara estará transmitindo ao vivo.

 

 

Atenciosamente,

 

JAIR BOLSONARO

Deputado Federal - PPB/RJ

 

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COMUNICADO Nº 21

Brasília-DF, 21 de setembro de 2001.

Prezado Companheiro,

 

        Informo que na próxima TERÇA-FEIRA (25/09/2001), estarei ocupando a Tribuna da Câmara dos Deputados, a partir das 14H00 e durante, aproximadamente, 25 minutos, discursando, basicamente, sobre a atual legislação de remuneração dos militares, bem como as alterações impostas no Estatuto e na Lei de Pensões Militares (MP 2215-10, de 31/08/2001).

O pronunciamento será transmitido, ao vivo, pela TV CÂMARA e, em algumas regiões, pela Rádio Câmara.

Atenciosamente,

JAIR BOLSONARO
Deputado Federal - PPB/RJ

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COMUNICADO Nº 22

Brasília-DF, 03 de outubro de 2001

 

Prezado(a) Senhor(a),

        Com muito esforço conseguimos, via Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados, aprovar pedido de auditoria na Seção de Inativos e Pensionistas da 1ª Região Militar (SIP/1), a ser realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Como parlamentar tem preferência, o TCU já autorizou a sua Secretaria de Controle Externo do Rio de Janeiro a iniciá-la.

        Do exposto, apelo a V. Sa. no sentido de nos relatar os problemas ou dificuldades enfrentados na SIP/1. Com seu auxílio podemos obter mais subsídios e nos aprofundar nas investigações que, a curto prazo, se reverterão em benefício para todos.

        Seu relato, que a seu critério poderá ser sigiloso, é a nossa chance de moralizarmos, via TCU, a SIP/1, hoje, marco de incompetência e descaso no atendimento de velhos companheiros e sofridas pensionistas.

        A omissão certamente favorecerá a continuidade do inadequado atendimento que vem sendo prestado pela SIP/1.

        Participe! Aguardo seu comunicado.

    Atenciosamente,

Cap R/1 - JAIR BOLSONARO

Deputado Federal - PPB/RJ

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COMUNICADO Nº 23

Brasilia-DF, 25 de outubro de 2001.

        Em nosso COMUNICADO nº 09 informamos como o Tribunal de Contas da União, tendo a frente o seu presidente - o "general" Humberto Souto - que pessoalmente conduziu, com galhardia, uma "operação de guerra" na Câmara, aprovou projeto de lei que tratava dos vencimentos dos servidores daquele órgão.

        Agora, foi a vez dos servidores do Judiciário Federal fazerem a mesma coisa. Estimulados pelos seus ministros, aprovaram, ontem, alterações na lei que reestrutura as carreiras dos servidores do Poder Judiciário da União, o que vem fazer justiça à importância daquela Instituição.

        Analise a comparação abaixo entre os vencimentos (básico) do pessoal do STF e os nossos soldos:

-Analista Judiciário C-15 R$ 4.959,69

CMG (CEL) R$ 3.741,00

-Técnico Judiciário C-15 R$ 2.969,52

Suboficial (Subtenente) R$ 1.890,00

-Auxiliar Judiciário C-15 R$ 1.777,95

Cabo (Taifeiro-Mór) R$ 795,00

        O contrário acontece com os militares. Alguns oficiais-generais concordam com a Medida Provisória 2215-10 (antiga 2131) e ameaçam punir rigorosamente o pessoal da ativa que porventura se manifeste junto a congressistas pedindo mudança na legislação.

        São os mesmos que, ao se inativarem, passam a ser os leões desdentados rugindo em vão, escrevendo para alguns jornais classistas ou se lançando candidatos a tudo o que se lhes apresentam.

        Em nome de uma falsa disciplina, que tolhe a participação democrática no Congresso, a cada ano, não as Forças Armadas, mas o que é mais importante, os militares e seus familiares vão perdendo os poucos direitos que possuíam. Com isto a desmotivação, a vergonha de não poder ver um filho estudar, a impossibilidade de um dia ter sua casa própria, etc ...

        Dia 16/Out/2001, reagi a uma vergonhosa declaração do General-de-Exército (da ativa) JOÉLCIO DE CAMPOS SILVEIRA, Secretário de Logística e Mobilização, lotado no Ministério da Defesa - General este conhecido como o "Rei das Diárias" - que fez a seguinte afirmativa na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional:

        "O Exército Brasileiro nunca esteve tão bem. O EB está apto a combater na Europa e até mesmo no Afeganistão".

        Tal fato motivou a seguinte matéria na imprensa:

        Falando um pouco do meu passado, no Conselho de Justificação que respondi em 1987, por ter ido em férias a um garimpo na cidade de Saúde-BA, fui acusado de infringir o inciso VII do art. 28 do Estatuto dos Militares: "empregar todas as suas energias em benefício do serviço"

        Seria bom que todos os nossos companheiros da ativa, em especial os mais antigos, relessem, na íntegra, o art. 28 do E-1 e fizessem uma análise crítica de como cada um está se conduzindo na atual conjuntura nacional.

        Ser disciplinado não é dizer sempre "sim senhor". Antes de tudo devemos diferenciar disciplina de covardia ...

        Não podemos ficar apenas no campo das reclamações. Tal atitude nos levará a derrota total. Se continuarmos pensando que a cúpula das FFAA, espontaneamente, irá um dia se preocupar com seus subordinados, como os Ministros do TCU e STF, estaremos acreditando em papai noel.

VAMOS AOS FATOS

        De acordo com a Emenda Constitucional nº.32, promulgada em 12./09/2001, as medidas provisórias editadas antes daquela data, como a que trata da LRM (MP 2215-10), são consideradas "congeladas".

        Estas MPs continuarão a vigir por prazo indeterminado, sem necessidade de reedição até que o governo resolva revogá-las expressamente ou o Congresso votá-las.

        Oportunamente será aberto um novo prazo (de 5 a 10 dias) para que as MPs antigas recebam mais emendas. As que já foram apresentadas continuam valendo.

        Somos todos sabedores do quanto este governo não deseja mudanças na LRM, tendo em vista ter alcançado o seu objetivo nesta questão: desmotivar os militares da ativa que não tinham 30 anos de serviço em 29/Dez/2000 e cobrar previdência dos inativos, mascarada com o nome de pensão militar.

        O respaldo do governo vem do atual Ministro da Defesa, advogado de banqueiros por 38 anos que foi, onde só visou o lucro para seu patrão, e, também do depoimento dado na Câmara dos Deputados, em 17/10/2001, pelo Gen. JOÉLCIO DE CAMPOS SILVEIRA, que declarou ser esta LRM "ótima e que o EB nunca esteve tão bem".

        Passados 11 meses da edição da MP 2215 (antiga 2131), vem o questionamento: devemos ou não fazer gestões para que a mesma seja votada pelo Congresso?

        Atualmente acredito que algumas emendas possam ser acolhidas. Contudo, caso isto aconteça, tenho certeza que o governo irá vetá-las. E veto é uma coisa que não se derruba nestas Casas ...

        Do exposto, apresento aos senhores a alternativa de deixarmos para o futuro governo decidir tal questão onde, neste espaço de tempo, possamos melhor nos articular para que na maioria dos Estados tivéssemos a possibilidade de indicar candidatos (civis ou militares) afinados com nossa classe.

        A regra do jogo está definida. Não adianta simplesmente criticarmos os parlamentares ou alguns oficiais-generais, por mais justas que sejam tais críticas.

        Este comunicado pode dar brecha para alguns dos nossos companheiros que estão no topo da hierarquia militar dizer que nosso propósito é o eleitoral apenas. Aqueles que acreditam que estes chefes, que tudo ganharam nesta LRM, estão certos, podem me esquecer e não precisam mais ler nossos comunicados.

        Contudo, aqueles mais maduros, que acreditam que o Congresso é um terreno onde possamos plantar sementes das cores branco/cinza, verde e azul, estão convidados para trabalharmos juntos e unidos em Estados onde temos efetivos capazes de eleger seu representante.

        Repito, com respeito a todos os militares, do soldado ao oficial-general de 4 estrelas: ou acreditamos na nossa gente, gente formada por nós para nos representar em Brasília, ou estaremos fadados a dias piores.

        Particularmente, já poderia estar rico se defendesse interesses outros aqui em Brasília. Contudo é pela formação e pela crença que tenho na Instituição Militar que, continuo sempre firme e leal aos meus companheiros.

 

Atenciosamente,

Cap R/1 - JAIR BOLSONARO

Deputado Federal - PPB/RJ

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COMUNICADO Nº 24

(CALHA NORTE)

 

Brasília-DF, 01 de novembro de 2001.

 

        O Ministro da Defesa convidou uma dezena de parlamentares para visitar, nos dias 08, 09, 10 e 11 deste mês, o Projeto Calha Norte. Como das vezes anteriores, os "convites" feitos na Câmara têm caráter sigiloso evitando minha presença nestes eventos.

        Os parlamentares, afirmo, de modo geral, não têm má vontade para com os militares. Ao contrário, admiram as Forças Armadas e respeitam os companheiros que integram os batalhões e pelotões de fronteira.

        Conhecedor do comportamento dos militares da ativa, que se preocupam em bem recepcionar os ilustres visitantes, fato louvável, permito-me o entendimento que tal postura merece algumas considerações.

        Os parlamentares, sempre conduzidos em bloco, por um oficial-general ficam impedidos de ouvir oficiais e praças da tropa sobre suas insatisfações. Os malefícios da LRM é um deles.

        Desta forma, trazem uma impressão de que tudo vai indo muito bem na caserna. As Unidades com seus meios-fios e árvores pintados de branco, um almoço bom, militares com seus uniformes traquejados, etc ...

        Se tudo vai bem, por que mudar? Com minha presença, em vezes anteriores, dentro da disciplina, conduzi parte desta visita para um contato direto e pessoal dos deputados com os oficiais e praças.

        Caso possível, peço aos companheiros da ativa, atualmente servindo na Amazônia e que terão esta visita, procurem uma maneira de conversar com estes parlamentares que devem ouvir seus anseios. O Ministro da Defesa, depois de 11 meses de "enrolação", criou uma péssima Lei de Remuneração que só atendeu àqueles que, em 29/Dez/2000, já tinham completado seus 30 anos de serviço.

        Algumas observações:

 

- militares que na data da edição da MP faltavam semanas ou até mesmo dias para completar os 30 anos de serviço perderam o direito da percepção de remuneração de grau hierárquico superior, ao se inativarem.

 

- os nossos recrutas tiveram seus soldos fixados em R$ 153,00; como não recebem qualquer outro adicional, estes, oriundos das classes mais humildes/pobres do país, sequer recebem um salário mínimo como remuneração.

 

- o desconto para o Fundo de Saúde incidindo sobre a remuneração criou descontos distintos entre militares do mesmo grau hierárquico em razão de cursos, tempo de serviço, dependentes, etc.. Por que descontar para o Fundo de Saúde parcelas da Gratificação de Compensação Orgânica, por exemplo? Justo seria que tal desconto incidisse somente sobre o soldo.

 

- o fim do Adicional por Tempo de Serviço criará distorções aos proventos dos futuros inativados e seu similar no grau hierárquico. Daqui a 30 anos, um coronel ao se inativar, só no tocante à Gratificação de Tempo Serviço, considerando os valores atuais, receberá menos R$ 1.122,30 do que recebe um coronel que hoje já se encontra na reserva. Se também levarmos em consideração a perda da remuneração do posto acima ... ?

 

AUXÍLIO-INVALIDEZ

 

ATÉ 29/DEZ/2000

COM A NOVA LRM

VARIAÇÃO

SOLDADO REFORMADO

125,70

112,50

-10%

GEN. EX. REFORMADO

162,00

1.177,50

+ 600%

        O despreparo para a função do atual ministro nos tem levado a detectar enormes insatisfações no seio da tropa. De soldados a coronéis, mesmo no momento em que se concede um reajuste (ou reestruturação como é o atual caso).

        Nesta comitiva deve se fazer presente também o Chefe da Assessoria Parlamentar do Ministério da Defesa o Sr. Waldemar Júnior ou o Sub Chefe, Sr. Isaac Sidney M. Ferreira, ambos funcionários de carreira do Banco do Brasil, também despreparados para a função. Assim como o seu chefe/ministro poderiam muito bem exercer, satisfatoriamente, outras atividades. Nunca esta relacionada com Forças Armadas, pois não são militares nem políticos.

        O descaso com as Forças e seus chefes é patente. No dia 05/Set o próprio ministro declarou na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional que nem ele sabia do adiamento da 2ª parcela do Adicional Militar (podemos enviar fitas de vídeo, a quem desejar, sobre este debate na CREDEN, sem qualquer ônus).

        De todo o exposto, respeitando como sempre todas as autoridades militares, apelo aos companheiros da ativa do Calha Norte para levar aos deputados, com disciplina e respeito costumeiros, os problemas que a tropa vive com esta nova LRM.

        Nosso silêncio, ou omissão, apenas reforçará dentro do Congresso a falsa idéia que na caserna tudo vai indo "às mil maravilhas".

        Os deputados não se furtarão ouvi-los. Mudar, ou corrigir, o que o Dr. Geraldo Quintão fez de mal aos militares poderá ser feito pela Câmara/Senado.

Companheiros: sua voz é fundamental para a democracia.

 

Um abraço,

Cap R/1 - JAIR BOLSONARO

Deputado Federal - PPB/RJ

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COMUNICADO Nº 25

 Brasília-DF, 22 de novembro de 2001.

 

            Prezado companheiro,

             Em dezembro, a MP que criou a nova LRM completa 1 ano. Com quase mil emendas apresentadas nota-se a vontade de muitos parlamentares na busca de sua correção. Isto se deve à participação dos senhores junto ao Legislativo, principalmente por intermédio de e-mails.

             Durante todo o primeiro semestre trabalhamos no sentido de que a MP não fosse votada pois, caso contrário, a mesma teria sido aprovada em sua forma original, consolidando injustiças e covardias com a nossa classe. Infelizmente não vi um só Oficial-General de qualquer das 3 Forças, ainda que discreta e disciplinadamente, já que vivemos numa democracia, fazendo qualquer observação sobre um só artigo da MP. Lamentavelmente, tal procedimento não é mais novidade para nós.

             Fiz contato com o líder do meu partido, Deputado Odelmo Leão (PPB/MG), que comprometeu-se em buscar apoio de outros líderes para que a MP fosse votada. Todos sabem que para o Governo interessa manter esta MP “congelada” até o final do seu mandato.

             Peço novamente aos senhores que enviem e-mails aos Parlamentares (conforme relação anexa) solicitando que os mesmos se sensibilizem para a necessidade de corrigir a MP 2215-10, colocando-a em votação ainda no corrente ano. Como temos aproximadamente 20.000 militares cadastrados, se cada um dos senhores enviar 10 mensagens chegaremos a um volume bastante significativo.

             Dia 24/NOV, mesmo não sendo convidado, estarei na AMAN, em Resende, onde 466 Cadetes serão declarados Aspirantes-a-Oficial. Na oportunidade estarei distribuindo meu Informativo nº 3/2001, bem como folheto contendo o seguinte alerta:

 "CADETES / ASPIRANTES DA AMAN

  Resende-RJ, 24 Nov 01

 

A nova Lei de Remuneração dos Militares proposta pelo atual Ministro da Defesa, Dr. GERALDO QUINTÃO (que foi advogado de banqueiros por 38 anos), trará sérios prejuízos aos militares, particularmente no final de suas carreiras.

 

Para melhor entendimento desta afirmação, exemplificamos, no quadro abaixo, as remunerações de coronel, com 30 anos de serviço e que não tenha cursado a ECEME, inativado antes de 29/12/2000 e o que se inativará em 2030 (atual cadete):

 

INATIVADO ATÉ 2000

 

INATIVADO EM 2030

Soldo

4.101,00

 

Soldo

3.741,00

Adicional Militar

574,14

 

Adicional Militar

523,74

Adic Hab Mil

820,20

 

Adic Hab Mil

748,20

Adic Tempo Sv

1.230,30

 

Adic Tempo Sv

0,00

TOTAL

6.725,64

 

TOTAL

5.012,74

 

DIFERENÇA: R$ 1.712,90

OBS:        Ressalte-se que sobre estes proventos incidirão, como descontos obrigatórios, os percentuais de 27,5% para Imposto de Renda, 7,5% para Pensão Militar e até 3,5% para FUSEX.

 

ALGUMAS DAS MEDIDAS DE QUINTÃO:

 

¨           Fim da remuneração do posto/graduação superior na inatividade

-        diferente de quem tinha 30 anos de serviço em 29/12/2000, os atuais militares irão para a reserva com os vencimentos de seu posto/graduação.

 

¨           Fim do adicional de tempo de serviço

-    a partir de 29/12/2000 não será computado para fins de gratificação.

¨           Fim da licença especial

-     obrigará os atuais militares a servirem por mais 2 anos

 

Os militares não podem continuar aceitando que um advogado de banqueiro continue ridicularizando as Forças Armadas e desmotivando seus integrantes.

 

EM PASSADO RECENTE, MEDIDAS COMO ESTAS SERIAM VEEMENTEMENTE REPUDIADAS PELOS CHEFES MILITARES.

 

JAIR BOLSONARO – Cap Art R/1

Deputado Federal – PPB/RJ

 

Visite nossa página: www.camara.gov.br/bolsonaro

 

NAS ESCOLAS MILITARES SEMPRE FOI ENSINADO QUE UM COMPANHEIRO NÃO SE ABANDONA NEM NA GUERRA. A PERGUNTA: POR QUE A TROPA ESTÁ SENDO ABANDONADA NA PAZ ?"

 

DEPUTADOS

 

AÉCIO NEVES

dep.aecioneves@camara.gov.br

JULIO SEMEGHINI

dep.juliosemeghini@camara.gov.br

ANTONIO FEIJÃO

dep.antoniofeijao@camara.gov.br

LUIZ ANTONIO FLEURY

dep.luizantoniofleury@camara.gov.br

ARNALDO FARIA DE SÁ

dep.arnaldofariadesa@camara.gov.br

LUIZ CARLOS HAULY

dep.luizcarloshauly@camara.gov.br

ARNALDO MADEIRA

dep.arnaldomadeira@camara.gov.br

LUIZ MOREIRA

dep.luizmoreira@camara.gov.br

BETINHO ROSADO

dep.betinhorosado@camara.gov.br

LUIZA ERUNDINA

dep.luizaerundina@camara.gov.br

CABO JÚLIO

dep.cabojulio@camara.gov.br

MAGNO MALTA

dep.magnomalta@camara.gov.br

CELSO RUSSOMANNO

dep.celsorussomanno@camara.gov.br

MARCELO BARBIERI

dep.marcelobarbieri@camara.gov.br

CESAR BANDEIRA

dep.cesarbandeira@camara.gov.br

MAURO BENEVIDES

dep.maurobenevides@camara.gov.br

DELFIM NETTO

dep.delfimnetto@camara.gov.br

MAX ROSENMANN

dep.maxrosenmann@camara.gov.br

EDMAR MOREIRA

dep.edmarmoreira@camara.gov.br

MENDES RIBEIRO FILHO

dep.mendesribeirofilho@camara.gov.br

ENIVALDO RIBEIRO

dep.enivaldoribeiro@camara.gov.br

MICHEL TEMER

dep.micheltemer@camara.gov.br

FERNANDO FERRO

dep.fernandoferro@camara.gov.br

MILTON TEMER

dep.miltontemer@camara.gov.br

FETTER JUNIOR

dep.fetterjunior@camara.gov.br

NAIR XAVIER LOBO

dep.nairxavierlobo@camara.gov.br

FEU ROSA

dep.feurosa@camara.gov.br

NEIVA MOREIRA

dep.neivamoreira@camara.gov.br

GERMANO RIGOTTO

dep.germanorigotto@camara.gov.br

NELSON MARCHEZAN

dep.nelsonmarchezan@camara.gov.br

HAROLDO LIMA

dep.haroldolima@camara.gov.br

NELSON MARQUEZELLI

dep.nelsonmarquezelli@camara.gov.br

HÉLIO COSTA

dep.heliocosta@camara.gov.br

NEY LOPES

dep.neylopes@camara.gov.br

HERÁCLITO FORTES

dep.heraclitofortes@camara.gov.br

PAES LANDIM

dep.paeslandim@camara.gov.br

HERCULANO ANGHINETTI

dep.herculanoanghinetti@camara.gov.br

PEDRO CORRÊA

dep.pedrocorrea@camara.gov.br

HUGO BIEHL

dep.hugobiehl@camara.gov.br

PHILEMON RODRIGUES

dep.philemonrodrigues@camara.gov.br

IBRAHIM ABI-ACKEL

dep.ibrahimabi-ackel@camara.gov.br

RICARDO FIUZA

dep.ricardofiuza@camara.gov.br

IÉDIO ROSA

dep.iediorosa@camara.gov.br

RICARDO IZAR

dep.ricardoizar@camara.gov.br

JOÃO GRANDÃO

dep.joaograndao@camara.gov.br

ROMEL ANIZIO

dep.romelanizio@camara.gov.br

JOÃO LEÃO

dep.joaoleao@camara.gov.br

RONALDO CAIADO

dep.ronaldocaiado@camara.gov.br

JOÃO PAULO

dep.joaopaulo@camara.gov.br

SALOMÃO CRUZ

dep.salomaocruz@camara.gov.br

JOÃO PIZZOLATTI

dep.joaopizzolatti@camara.gov.br

SEVERINO CAVALCANTI

dep.severinocavalcanti@camara.gov.br

JOSÉ CARLOS ALELUIA

dep.josecarlosaleluia@camara.gov.br

URSICINO QUEIROZ

dep.ursicinoqueiroz@camara.gov.br

JOSÉ DE ABREU

dep.josedeabreu@camara.gov.br

VALDEMAR COSTA NETO

dep.valdemarcostaneto@camara.gov.br

JOSÉ JANENE

dep.josejanene@camara.gov.br

WALDIR PIRES

dep.waldirpires@camara.gov.br

JOSÉ MÚCIO MONTEIRO

dep.josemuciomonteiro@camara.gov.br

WALTER PINHEIRO

dep.walterpinheiro@camara.gov.br

JOSÉ ROBERTO BATOCHIO

dep.robertobatochio@camara.gov.br

WERNER WANDERER

dep.wernerwanderer@camara.gov.br

JOSÉ THOMAZ NONÔ

dep.josethomaznono@camara.gov.br

WILSON BRAGA

dep.wilsonbraga@camara.gov.br

JOVAIR ARANTES

dep.jovairarantes@camara.gov.br

ZÉ GOMES DA ROCHA

dep.zegomesdarocha@camara.gov.br

 

 

ZULAIÊ COBRA

dep.zulaiecobra@camara.gov.br

 

SENADORES

ÁLVARO DIAS

alvarodias@senado.gov.br

JOSÉ SARNEY

josesarney@senado.gov.br

AMIR LANDO

amir.lando@senado.gov.br

LEOMAR QUINTANILHA

leomar@senado.gov.br

ANTERO PAES DE BARROS

anteropb@senado.gov.br

MAGUITO VILELA

maguito.vilela@senado.gov.br

BERNARDO CABRAL

bernardo@senador.senado.gov.br

MARLUCE PINTO

marluce@senador.senado.gov.br

CASILDO MALDANER

casmalda@senador.senado.gov.br

PEDRO SIMON

pedrosim@senado.gov.br

GILVAN BORDES

gborges@senador.senado.gov.br

RAMEZ TEBET

rameztebet@senado.gov.br

JEFFERSON PERES

jefperes@senado.gov.br

ROBERTO REQUIÃO

requiao@senador.senado.gov.br

JOSÉ EDUARDO DUTRA

zedutra@senado.gov.br

ROMEU TUMA

rtuma@senado.gov.br

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COMUNICADO Nº 26

Brasília-DF, 4 de dezembro de 2001.

             AS RAZÕES DO ATRASO

 

            No dia 05/Set, o Ministro da Defesa, na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, falando sobre a MP da LRM declarou o seguinte:

             "... qual foi a surpresa nossa, minha, dos Comandantes? o impacto não foi de R$ 2,1 bilhões ou R$ 2,4 bilhões, foi de R$ 4,6 bilhões..."

A FITA K-7 DESTA AUDIÊNCIA PÚBLICA ESTÁ À DISPOSIÇÃO DOS INTERESSADOS - SEM QUALQUER DESPESA.

 

             Na oportunidade ele justificava o porquê de adiar a 2ª parcela do Adicional Militar, antes prevista para Jan/2002.

             No caso atual, atraso do pagamento de novembro e 50% do 13º salário, como o impacto a mais havia sido descoberto antes de setembro/2001, torna-se insustentável qualquer justificativa do Ministro da Defesa. Poderiam ter pedido esta suplementação de verba há muito tempo.

             Mas a verdade é outra. Todos sabem que a pauta do Congresso sofre forte influência do Executivo. A votação da suplementação deste recurso para pagamento de pessoal foi deixada para o último dia. Na 5ª feira, dia 29 de novembro, o PT, ao pedir verificação de quorum, derrubou a Sessão, bem como a esperança dos militares e servidores civis receberem em dia.

             Não podemos esquecer que o Dr. Geraldo Quintão foi advogado de banqueiros por 38 anos (este é o seu currículo), sempre afeto a auferir lucro para o seu patrão em detrimento dos pobres clientes. Hoje, faz o mesmo, só que contra os militares, ex-combatentes e pensionistas.

             O atraso neste pagamento, um "cochilo" proposital, atende ao governo que aplica estes recursos, bem como faz com que os militares, pensionistas, ex-combatentes, servidores civis que já estão no cheque-especial se endividem ainda mais e os que não estão, por questão de compromissos assumidos anteriormente, passem à condição de devedores. Os banqueiros são também atendidos, recebendo juros extorsivos daqueles que ficaram com saldo devedor em suas contas.

             Circula, muito reservadamente, que a área econômica pretende passar o pagamento para o 5º dia útil do mês subseqüente, modificando o § 1º do art. 9º da MP 2.165-36.

             Com tal medida o governo ganharia 3 dias úteis por mês, 36 dias úteis por ano, 2 meses de atraso de pagamento por ano. Como a folha, só dos militares gira em torno de R$ 25 bilhões, com estes dois meses anuais de atraso, numa aplicação de modestos 2% ao mês, o governo economizaria com nossa folha R$ 1 bilhão por ano. Depois não digam que não denunciei mais esta medida do advogado de banqueiro, Dr. Geraldo Quintão.

             O Congresso deve votar amanhã, às 10:00 horas, caso o PT novamente não obstrua a pauta, fazendo com que o pagamento possa ser efetuado, na próxima 6ª feira.

             Obs: A tão propalada alteração na CLT, permitindo negociação entre empregados, sindicatos e patrões, não retira qualquer direito dos trabalhadores. O que está sendo votado é um projeto de lei e não uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC). Assim sendo não tem como se retirar direitos como férias, 13º, auxílio maternidade, etc, previstos na Constituição, como mentirosamente alardeado pelas esquerdas.

             Quem realmente perdeu todos seus direitos foram os militares da ativa: remuneração de posto/graduação acima, LE, Tempo de Serviço, Auxílio Moradia, e outros, sem contar que, em diversos casos, houve até redução na remuneração líquida e, em nenhum momento a CUT ou o PT deu uma só palavra a nosso favor. Estamos quase sós nesta batalha, mas nunca nos entregaremos.

  

Cap R/1 - JAIR BOLSONARO

Deputado Federal - PPB/RJ

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COMUNICADO Nº 27

Brasília-DF, 14 de dezembro de 2001.

 

            Prezado Companheiro,

             Tenho encarado meu mandato parlamentar como uma missão na busca de justiça e contra o comodismo que tomou conta dos Chefes militares e, por este motivo, faço críticas a alguns integrantes da cúpula das Forças Armadas, visando tão somente a alertá-los sobre a situação de abandono em que as Forças se encontram, bem como o alto índice de insatisfação de seus integrantes, particularmente os de menores graus hierárquicos e os que não tinham 30 anos de serviço em 29/12/2000.

             Esta postura motivou uma campanha, que beira à infantilidade, por parte de alguns oficiais, buscando me desacreditar junto ao segmento militar, principalmente, entre os mais jovens e os menos graduados.

             Cito, como exemplo, recente declaração do Chefe do DGP mencionando que deixei o Exército "ex officio", sugerindo ter sido por motivo desonroso.

             Outras insinuações e inverdades são ditas a meu respeito, tal como ter servido ao Exército apenas por 8 anos e, por incrível que pareça, até atribuem a impossibilidade de os chefes conseguirem reajustes de vencimentos em razão de minha atuação parlamentar.

             A minha vida civil ou militar sempre foi marcada por comportamento transparente. Como parlamentar, se tivesse "rabo preso", já teriam cassado meu mandato, em razão de minhas posições e declarações contundentes como o próprio Presidente FHC tentou, após ter declarado, no Clube da Aeronáutica, o seguinte: "da maneira como FHC conduz o destino do País, ele deveria ser fuzilado!"

             Cinco processos de cassações já foram iniciados contra este modesto Capitão, todos por manifestação de opiniões no exercício de atividade parlamentar.

             No momento, por defender os militares no caso desta covarde LRM que tanto prejuízo trouxe a classe, principalmente para os que não tinham 30 anos de serviço, respondo a duas ações civis de indenização por danos morais, movidas por assessor do Ministro da Defesa.

             Se tiver que calar por temer ser cassado, estarei me igualando ao soldado que deserta por medo da morte numa linha de frente ou o mesmo a uma autoridade que, em tempo de paz (o que é pior), se omite e dá as costas para a tropa, apegada ao seu cargo ou na esperança de conseguir uma missão no exterior ou até mesmo um bom cargo no Brasil.

             Para que não haja dúvida sobre minha vida militar, relato o seguinte:

             1973: - Aprovado em concurso público, ingressei, como aluno, na Escola Preparatória de Cadetes do Exército - (Campinas-SP);

             1974: - Também por aprovação em concurso público, ingressei como cadete na Academia Militar das Agulhas Negras - (Isto porque antes de entrar na EsPCEx já possuía o curso científico, atual nível médio). Fui "bicho" por 2 anos consecutivos;

             1977 - Fiz o curso de pára-quedista, durante as férias do 4º ano da AMAN;

             1977 - Fui declarado aspirante-a-oficial da Arma de Artilharia, sendo o 19º numa turma de 68 alunos;

             1978/79 - Servi no 21º GAC - São Cristovão (Rio de Janeiro-RJ);

             1979/80/81 - Servi no 9º GAC (Nioaque-MS) período em que fui convocado para a equipe de pentatlo militar das Forças Armadas;

             1982 - Fui matriculado, com outros 45 capitães/tenentes, no curso da Escola de Educação Física do Exército, o qual concluí em 1º lugar;

             1983/84/85/86 - servi no 8º GAC Pqdt (Rio de Janeiro/RJ), onde fiz os cursos de mestre de salto e mergulho autônomo, este no Grupamento de Busca e Salvamento (GBS) - Barra da Tijuca, - que também concluí em 1º lugar;

             1986 - Fiz declaração à revista "VEJA", - publicada na "Seção Ponto de Vista" - defendendo 150 Cadetes da AMAN que haviam pedido desligamento por falta de perspectivas no futuro e não por homossexualismo ou consumo de drogas, como a mídia divulgava, sob a omissão do Cmt da AMAN e do Ministro do Exército. Fui preso, disciplinarmente, por 15 dias; (cópia da matéria pode nos ser solicitado)

             1987 - Cursando a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais a mesma revista "VEJA" acusou-me de ter um plano para aterrorizar o Ministro do Exército da época, em busca de melhores salários para a tropa. Na mesma edição, publica-se também a notícia da invasão da prefeitura de Apucarana/PR "e curiosamente na mesma semana, concede-se aos militares, a isonomia salarial com o STM". Aqui, por dever de justiça, cumpre ressaltar que à época, o então Chefe do EMFA - Brigadeiro Paulo Roberto Camarinha, homem honrado e respeitado até hoje - defendia permanentemente esta isonomia;

             1988 - Fui submetido a Conselho de Disciplina que me "considerou indigno para o oficialato", por 3 x 0;

             1988 - Em grau de recurso, fui julgado pelo colegiado do Superior Tribunal Militar (10 oficiais-generais e 5 civis), sendo absolvido das acusações por 9x4. Coincidentemente no mesmo dia em que, covardemente, o então Ministro Leônidas Pires Gonçalves (o grande jurista do Presidente Sarney), por questão de vaidade, deu sinal verde para a exoneração do Brigadeiro Camarinha do EMFA, pelo "crime" de ter declarado que um piloto de caça da FAB ganhava menos que o barbeiro da Câmara dos Deputados;

             1988 - Fui candidato a vereador pelo Município do Rio de Janeiro, sendo eleito com 11.000 votos;

             1988 - Diplomado vereador, em 21 de dezembro, passei para a reserva remunerada "ex officio" percebendo 15/30 do posto de capitão, de acordo com o Estatuto dos Militares.

             Esta foi minha vida enquanto militar da ativa do Exército Brasileiro, período que muito me orgulha de ter servido à minha Pátria sem preocupar-se com invejosos ou carreiristas.

   

Cap R/1 - JAIR BOLSONARO
Deputado Federal - PPB/RJ

 

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